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“Cadê o Bicho que Tava Aqui?” é novo cd do grupo Camerata Caipira


RIBEIRÃO PRETO 31/01/2019 12h15

CD é voltado para público infantil e reúne canções que valorizam a fauna dos Cerrados

Brasília (DF), 31 de janeiro de 2019 - O universo da música infantil acaba de ganhar uma nova produção fonográfica: o álbum Cadê o Bicho que Tava Aqui?, do grupo Camerata Caipira, de Brasília, que reúne 12 canções inéditas sobre animais do cerrado brasileiro.

O álbum associa a riqueza da fauna típica deste bioma com a diversidade de ritmos tradicionais brasileiros, característica marcante do trabalho de pesquisa do grupo. As composições visam criar uma conscientização sobre a necessidade de preservação dos Cerrados de maneira divertida e sonoramente dinâmica.

Segundo a vocalista e produtora executiva do Camerata Caipira, Isabella Rovo, o trabalho tem uma linguagem leve e acessível mas com arranjos tão elaborados quanto o primeiro CD do grupo. “O disco foi feito para o público infantil, mas rompe com a característica da infantilização. É um disco para ser apreciado por toda a família.” explica.

O trabalho levou seis meses para ficar pronto e traz 12 faixas, entre elas: Desenrola Tatu Bola, O quê que há, Lobo-Guará?, Deixa o Papagaio na Mata, Mané!, Duelo do Carcará com a Coral, Frevo da Macacada e Rabo de Facão, esta última em gravação especial sobre do tema original do Mestre Salu (in Memorian).

Este é o segundo CD do Camerata Caipira. O primeiro foi lançado em 2014 com mesmo nome do grupo. Além destas produções, o grupo possui uma longa trajetória na estrada musical e já fez apresentações em várias cidades da Europa, Austrália, Nova Zelândia e Chile, além de inúmeros shows no Brasil, muitas vezes, atrelados a projetos sociais.

O projeto tem apoio do FAC - Fundo de Apoio à Cultura do DF (Distrito Federal). Interessados em conhecer essa nova produção do Camerata Caipira podem adquirir os CDs pelo site do grupo www.cameratacaipira.com.

Projeto visual ousado

Além da sofisticada produção musical, um destaque é a capa do disco - ilustrada por Roger Mello, escritor e um dos maiores ilustradores de livros infantojuvenis do Brasil. O brasiliense recebeu o prêmio suíço Espace-enfants em 2002 e no mesmo ano foi vencedor do prêmio Jabuti nas categorias literatura infantojuvenil e ilustração com Meninos do Mangue. Com vários trabalhos premiados, tornou-se hors-concours dos prêmios da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). Em 2014 ganhou o prêmio Hans Christian Andersen considerado o Nobel da literatura infanto juvenil.

Camerata Caipira

O grupo ficou conhecido por sua variada formação musical, versatilidade e performance criativa. É formado por integrantes nascidos em diferentes cidades do país, que escolheram a camerata como configuração do grupo para criar uma sonoridade própria.

Os músicos Isabella Rovo, Victor Batista, Nelson Latif, Bosco Oliveira e Sandro Alves apresentam um leque de ritmos tradicionais da cultura popular brasileira, emoldurados em uma versão contemporânea através de arranjos para cordas, vozes e percussão.

O grupo faz uso da viola caipira, cavaquinho e violões de seis e sete cordas, mostrando que é perfeitamente possível amar o melhor da música tradicional e simultaneamente abrir-se a invenções, em uma experimentação sonora que revela a diversidade musical brasileira no sotaque de cada um de seus integrantes.

Sobre os integrantes

Isabella Rovo

Formada em Educação Artística, assimila a pluralidade do sotaque cultural de Brasília com atuação nas áreas da música, artes plásticas, educação e pesquisa da cultura popular brasileira. Junto ao Ponto de Cultura COEPI, em Pirenópolis, enveredou pelo universo das tradições caipiras.

Victor Batista

Compositor, violeiro, cantor, pesquisador, produtor musical e contador de histórias. Victor Batista trabalha com arte-educação e possui 4 álbuns autorais: Além da Serra do Curral, Encantando com a Biodiversidade, Manchete do Tico-Tico e Coração Caminhador.

Bosco Oliveira

Músico e professor de violão da Escola de Música de Brasília há 20 anos. Bosco tem uma longa trajetória musical no Brasil com influência e produção voltada à música flamenca. Tem formação acadêmica em violão erudito.

Nelson Latif

Músico, sociólogo e gestor cultural, trabalhou por 27 anos na instituição holandesa Uit de Kust, coordenando oficinas de percussão e de música brasileira para estudantes europeus. O músico dedica sua carreira especialmente à música instrumental brasileira.

Sandro Alves

Iniciou sua carreira musical aos 10 anos tocando em rodas de samba, aos 14 já integrava a bateria da Escola de Samba G.R.E.S. Tradição no Rio de Janeiro. Hoje, radicado em Brasília, trabalha com vários nomes do cenário musical brasiliense fazendo produções de CDs, DVDs e trilhas sonora para filmes.

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Colaboração: Juliana Castro e Gabriel Todaro

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