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Pandemia: brasileiros guardam dinheiro para fazer reserva de emergência


São Paulo 19/01/2021 16h22

Segundo levantamento da Grão, fintech de micro investimento, mais pessoas estão poupando seu dinheiro e pensando em uma reserva de emergência para evitar o endividamento ou conquistar objetivos

Divulgação

O ano de 2020 foi desafiador em todos os aspectos. Com a mudança de hábitos provocada pelo isolamento durante a pandemia do Coronavírus, o comportamento financeiro dos brasileiros também mudou.

Hábitos como o de guardar dinheiro começaram a fazer parte da vida de muitas famílias, mesmo diante de um cenário com pouca estabilidade econômica. Isso porque a reserva financeira mostrou-se necessária para evitar dívidas ou conquistar objetivos mesmo em situações adversas.

A Grão, fintech de micro investimento, fez uma análise do comportamento dos seus clientes divididos por estados, para entender as mudanças de metas ao longo de 2020. Segundo o levantamento, no 1º trimestre, os objetivos financeiros mais recorrentes eram relacionados a viagens, pagamento de dívidas e compra de carro. Com a pandemia, outras metas passaram a ser prioridade: a reserva de emergência, que não aparecia no ranking dos objetivos, passou a ficar em primeiro lugar em todas as regiões mapeadas, seguida pela compra de celular, que teve um crescimento de 72% devido ao aumento do uso da tecnologia para trabalhar, e empatados no terceiro lugar, dar uma entrada na casa própria ou comprar uma moto. A compra do carro, por sua vez, teve uma queda neste ranking na contagem geral e foi para o quarto lugar e os planos de viagem passaram para o sexto lugar.

Abaixo o ranking dos objetivos top 3 divididos por 9 regiões:

SP: reserva, celular, casa;

RJ: reserva, celular, casa (com moto logo em seguida);

BA: reserva, celular, moto;

MG: reserva, celular, carro;

CE: reserva, celular, carro;

PE: reserva, celular, casa;

PR: reserva, celular, casa;

GO: reserva, celular, moto;

PA: reserva, celular, moto.

“Mesmo em um ano de pandemia, crise, desemprego, tivemos um aumento de 3,5x na quantidade de clientes. Ou seja, as pessoas estão tentando poupar. Esse movimento pode ter sido impulsionado pelo momento que estamos vivendo, mas a verdade é que reorganizar as despesas se tornou parte da rotina para muitos”, destaca a fundadora da Grão, Monica Saccarelli.

*Pesquisa feita com a base de clientes da Grão

Sobre a Grão

Lançada em 2018, a Grão é a primeira fintech a viabilizar o micro investimento no Brasil. Com ela é possível investir a partir de R$ 1 em títulos públicos, sem taxa de administração. O objetivo é ajudar os brasileiros a criarem o hábito de poupar pequenos valores, incentivar a formação de uma “reserva” financeira para diminuir o endividamento e ser o passo inicial nos investimentos.

O usuário Grão tem acesso a um organizador financeiro, que ajuda a entender onde estão alocados os gastos (em categorias) trazendo o resultado de quanto se pode guardar no mês. Também são disparadas dicas de comportamento financeiro e melhor uso do dinheiro. Para quem gosta de desafios, foi criado o Desafio 21 dias, no qual o usuário guarda pequenas quantias durante esse período para melhor se adequar e criar de forma leve o hábito de guardar dinheiro.

Em abril de 2020, a Grão lançou um novo serviço: é possível usar o dinheiro aplicado através do app para o pagamento de contas, boletos e até recarregar o celular. Assim o usuário pode se valer de sua reserva financeira para pagar as suas despesas a qualquer momento e sem precisar transferir o dinheiro para outra conta. No mesmo ano, a startup inovou com a criação da conta digital, da qual os clientes desbancarizados têm autonomia para gerenciar suas finanças com o cartão de débito oferecido pela bandeira Visa.


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