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Tecnologia brasileira utilizada em agências bancárias está pronta para atender o varejo


São Paulo - SP 16/01/2019 14h39

Soluções que antes eram utilizadas majoritariamente em locais de altíssimo risco e complexidade como bancos estão migrando para os mais diversos setores

As câmeras de videomonitoramento estão presentes na maior parte dos estabelecimentos brasileiros, mas em 2019 o mercado de segurança dará o próximo passo para a proteção efetiva de valores. As imagens e alarmes notoriamente na maioria dos ataques sofridos não impedem o êxito dos criminosos, antes intimidadores estes sistemas atualmente viraram ferramentas de informe da ocorrência e investigação após assalto ser concluído, mas a nova preocupação do setor é estabelecer contramedidas no segundo da ação dos criminosos, evitando sucesso dos bandidos e evitando perdas. Nesse cenário, soluções que antes eram utilizadas majoritariamente em locais de altíssimo risco e complexidade como bancos estão migrando para os mais diversos setores.

A Alarmtek, que desenvolve sistemas de segurança e tecnologias para autodefesa com vídeo monitoramento, alarme, gases e geradores de neblina para desorientar qualquer ação de bandidos, já se prepara para expandir o mercado em 2019. À medida que as ações criminosas se tornam cada vez mais ousadas e diversificadas, fica muito difícil prever onde um assalto acontecerá, mas é possível transformar mais de 95% dos crimes em uma tentativa frustrada.

Instalada em mais de 9 mil agências bancárias, a tecnologia está pronta para atender também loterias, farmácias, joalherias, estações remotas de companhias elétricas e telefônicas ou qualquer outro ambiente que necessite uma resposta ativa para evitar prejuízos ainda maiores. "Focamos em um sistema autônomo capaz de integrar e utilizar existentes sistemas usuais como os de CFTV e Alarme incorporando-os a um sofisticado sistema de autodefesa autônomo desenvolvido para imediatamente reagir e impedir dos mais simples aos mais severos tipos de ataques como os com explosivos e dinamites", explicam o CEO da empresa, Rogério Camargo, e o diretor de desenvolvimentos, Gustavo Krupensky.

O sistema de autodefesa se chama Smart Integration, uma plataforma de altíssimo desempenho capacitada para operar de forma 100% autônoma milhares de locais de forma simultânea com ou sem intervenção humana, com inteligência adaptativa que se ajusta às necessidades do local a ser protegido, aos tipos de ataque que a vertical mais sofre e também à rotina dos usuários. Além disso, cerca de 5% de todo faturamento da Alarmtek é investido em inovações tecnológicas para o sistema. A iniciativa prevê a constante atualização das ferramentas da criminalidade, por isso, o sistema se atualiza constantemente, sempre pronto para reagir a toda inovação criada pelos assaltantes – seja para bancos como para outros empreendimentos.

Os especialistas contam que a plataforma analisa de maneira autônoma aos comportamentos que captura e se ajusta continuamente para atender às necessidades que surgem. Por exemplo, a movimentação de uma Joalheria é completamente diferente da movimentação de um galpão, ou de um banco, comércio, enfim qualquer estabelecimento que tenha valores a serem protegidos o sistema se adapta por configurações especificas necessárias para eficientemente impedir e repelir ataques.

Com a escalada da violência, apenas soluções de monitoramento por alarmes e vídeo não são mais impeditivos para a ação dos criminosos. Sistemas de imagens e alarmes mesmo funcionando perfeitamente, cada vez mais demonstram não serem suficientes para inibir e muito menos impedir ataques e, portanto, sozinhos não mais atendem plenamente a necessidade do mercado se proteger. Um novo conceito de Sistema de Autodefesa está pronto para ser uma barreira eficiente para proteger valores.

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