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Nexans anuncia seus resultados do 1º. semestre de 2018


Paris, FR 27/07/2018 15h16

O Grupo terminou o primeiro semestre de 2018 com um resultado operacional de 91 milhões de euros, em comparação aos 162 milhões de euros nos primeiros seis meses de 2017.

Nexans anuncia seus resultados do 1º. semestre de 2018

Paris, julho, 2018 – A Nexans divulgou, dia 26, seu Relatório Financeiro referente aos seis primeiros meses do ano, encerrados em 30 de junho, aprovado pelo Conselho Administrativo da Companhia, em sua reunião, presidida por Georges Chodron de Courcel, em 25 de julho de 2018.

As vendas consolidadas nesse período atingiram 3.282 milhões de euros, comparados com os 3.206 milhões de euros na mesma época em 2017. Com a alta constante dos preços dos metais, as vendas do primeiro semestre totalizaram 2.201 milhões de euros, representando uma redução orgânica de 1,6%. Excluindo-se o segmento de Alta Voltagem & Projetos (-19,6), as vendas de cabos para o setor de Petróleo e Gás (-22,6%), outras atividades registraram crescimento de mais 3,7%.

O EBITDA totalizou 153 milhões de euros contra 211 milhões de euros no primeiro semestre de 2017, com redução ano-a-ano, incluindo um efeito cambial negativo de -9 milhões de euros. O EBITDA do segmento de Alta Voltagem & Projetos caiu -25 milhões de euros, principalmente devido aos baixos volumes, em função da menor demanda, e o EBITDA de outras atividades recuou -23 milhões de euros, impactado em particular por um aumento da inflação. Com o percentual das vendas a preços constantes de metal, o EBITDA representou 7,0% no primeiro semestre de 2018, contra 9,0% no período correspondente de 2017. Em um período de 12 meses consecutivos, o EBITDA consolidado foi de 354 milhões de euros.

A margem operacional totalizou 82 milhões de euros, representando 3,7% das vendas a preços constantes de metal (contra 6,0% no primeiro semestre de 2017).

O Grupo terminou o primeiro semestre de 2018 com um resultado operacional de 91 milhões de euros, em comparação aos 162 milhões de euros nos primeiros seis meses de 2017. Além do efeito da margem operacional mais baixa, esta redução reflete em:

- um efeito de exposição positivo, mas não tão alto como no primeiro semestre de 2017 (9 milhões de euros contra 40 milhões de euros);

- custos de reestruturação estáveis (20 milhões de euros);

- uma perda por imparidade em ativos de 18 milhões de euros nas atividades do Grupo na China;

- um ganho de 44 milhões de euros na venda de ativos imobiliários não estratégicos e terrenos.

A despesa financeira líquida totalizou 31 milhões de euros (comparados com os 36 milhões de euros no primeiro semestre de 2017), refletindo principalmente em uma diminuição das despesas com juros (9 milhões de euros), seguindo as operações de refinanciamento realizadas em abril e maio de 2017, e o resgate dos títulos vencidos em março de 2018.

O lucro líquido atribuível aos proprietários da Controladora foi de 40 milhões de euros para o período, com um decréscimo de 51 milhões de euros comparados ao primeiro semestre de 2017. Isso corresponde a uma renda, antes dos impostos de 59 milhões de euros (contra 126 milhões de euros no primeiro semestre de 2017). O imposto de renda foi de -23 milhões de euros (contra -34 milhões de euros no primeiro semestre de 2017).

A dívida líquida consolidada totalizou 534 milhões de euros em 30 de junho de 2018, um aumento de 111 milhões de euros nos últimos 12 meses. Este aumento reflete-se em 168 milhões de euros no fluxo de caixa operacional, 130 milhões de euros em capital de despesa líquida de recursos proveniados, antes da venda de ativos, uma saída de caixa de 58 milhões de euros relativos aos planos de reestruturação e uma saída de 77 milhões de euros para pagamentos de dividendos, recompras de ações, exercício de opções de ações e aquisições.

A necessidade de capital de giro operacional ficou estável em comparação com o nível em 30 de junho de 2017, refletindo uma melhora ano-a-ano no índice WCR para atividades excluindo projetos (índice WCR para vendas de 14,6% em 30 de junho de 2018 em comparação com 15,6% em 30 de junho de 2017).

O recém empossado Presidente global do Grupo, Christopher Guérin, comentou sobre os resultados:

“Tenho total confiança nos fundamentos do nosso plano ‘Paced For Growth’ e no potencial do nosso Grupo. No entanto, o desempenho decepcionante até o momento exige medidas corretivas e transformadoras para melhorar simultaneamente a lucratividade em curto prazo e estimular o crescimento a longo prazo. Nossas equipes já estão trabalhando para definir essas medidas, com o objetivo de anunciá-las em outubro de 2018.”

As vendas de cabos de energia para o mercado de construção cresceram 8,0% no primeiro semestre do ano, marcando um aumento satisfatório. Todas as regiões do Grupo tiveram tendências positivas, incluindo a América do Sul, onde as vendas voltaram a crescer (+6,1%) após uma queda de 1,7% no primeiro trimestre. Essa melhora foi impulsionada pelos desenvolvimentos na Colômbia e no Chile, enquanto os negócios no Brasil sofreram perda de oportunidades após a greve dos caminhoneiros em maio e a disponibilidade de alguns equipamentos que foram transferidos da fábrica de Americana foi afetada, cujo fechamento foi anunciado em setembro de 2017.

Para maiores informações, consulte: http://www.nexans.com/eservice/Corporate-en/navigatepub_0_-36569_297_40_11229/More_.html

Sobre a Nexans

Como líder global em soluções avançadas de cabeamento e conectividade, a Nexans traz energia à vida a partir de uma extensa gama de produtos referência no mercado e serviços inovadores. Por mais de 120 anos, a inovação tem sido a marca da companhia, possibilitando a Nexans a conduzir um futuro mais seguro, inteligente e eficiente junto a seus clientes.

Hoje, o Grupo Nexans está comprometido em facilitar a transição da energia e apoiar o crescimento exponencial de dados por meio do fortalecimento de seus clientes em 4 principais negócios: Construção & Territórios (incluindo utilitários, redes inteligentes, e-mobility), Alta Tensão & Projetos (cobrindo parques eólicos offshore, interconexões submarinas, alta tensão terrestre), Telecom & Dados (cobrindo transmissão de dados, redes de telecom, data centers hiperescaláveis, LAN), e Indústria & Soluções (incluindo renováveis, transporte, óleo & gás, automação e outros).

A Responsabilidade Social Corporativa é um princípio fundamental nos negócios e práticas internas da Nexans. Em 2013, a Nexans se tornou o primeiro fabricante de cabos a criar uma Fundação apoiando iniciativas sustentáveis, levando acesso à energia para comunidades desprivilegiadas ao redor do mundo. O compromisso do Grupo com o desenvolvimento ético, sustentável e de alta qualidade de seus cabos conduz o seu envolvimento ativo junto a várias associações industriais, incluindo a Europacable, The National Electrical Manufacturers Association (NEMA), International Cablemakers Federation (ICF) ou CIGRE, por exemplo.

A Nexans emprega mais de 26.000 pessoas e está presente com atividades industriais e comerciais em 34 países ao redor do mundo. Em 2017, o Grupo gerou 6.4 bilhões de euros em vendas. A Nexans está listada na Euronext Paris, compartimento A.

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