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Assistência médica americana é a mais cara do mundo para turista


São Paulo - SP 09/07/2018 06h25

Viajantes e intercambistas podem gastar até US$ 20 mil por um braço quebrado, afirma revista norte-americana

Considerado um dos mais caros do mundo, no sistema de saúde dos EUA, o turista pode chegar a gastar o dobro ou mais em despesas no caso de um acidente na viagem. Mesmo não-obrigatório, especialistas recomendam a adesão de seguro para quem está pensando em passear por solo norte-americano.

Exigido em quase todos os países da Europa, o seguro viagem é um contrato que assegura viajantes contra acidentes físicos e materiais. Sua adesão é importante pois os custos de um tratamento de saúde no exterior podem chegar a ultrapassar todo o valor gasto no passeio.

Os seguros viagem podem ser personalizados de acordo com as necessidades do turista, é muito importante se atentar aos requisitos exigidos de cada destino. A maioria dos países da Europa, por exemplo, exige um mínimo de 30 mil euros de cobertura para cada assegurado.

Já para viajar aos Estados Unidos, não é necessário adquirir seguro viagem. Mas especialistas recomendam a contratação de um serviço que cubra gastos contra acidentes e doenças, já que a assistência médica americana é considerada a mais cara do mundo.

Um estudo realizado pela revista médica Journal of the American Medical Association (JAMA) comparou o sistema de saúde dos Estados Unidos com outros dez países de rendas altas como Reino Unido, Suíça e Canadá. O resultado mostrou que entre equipamentos, medicações e remunerações dos profissionais de saúde, quase tudo é mais oneroso. O que torna o sistema de saúde dos EUA o mais caro do mundo, onde um braço quebrado pode custar até US$ 20 mil, segundo os especialistas.

Seguro viagem para Europa

Obrigatório em quase todos os países da Europa, o seguro viagem pode ser a salvação para acidentes e evita desgastes na hora de passar pela alfândega. Além de exigir uma cobertura mínima de 30 mil euros, o turista ou estudante pode ser barrado caso não apresente as documentações necessárias na hora de entrar no país. "Geralmente as seguradoras focam em mostrar ao viajante como o seguro viagem pode ser importante e salvar a viagem de uma pessoa, além de custar muito menos que uma consulta médica de emergência no exterior", diz Ronam Fonseca, executivo de empresa Assistente de Viagem.

No Velho Continente, o Tratado de Shengen foi criado para organizar a livre circulação de europeus entre os territórios. Porém, desde 2012, viajantes foram permitidos a se beneficiar do acordo, retirando a necessidade de visto para entrar em determinados países da Europa. Contudo, turistas precisam possuir o seguro viagem para ultrapassar as fronteiras dos acordados de Shengen.

Adquirir um seguro viagem é muito simples e hoje muitos deles podem ser contratados pela internet, sem muita burocracia. Customizáveis, o viajante pode escolher quais coberturas deseja mas, geralmente, nos pacotes mais básicos, já estão incluídos seguros para bagagem extraviada, acidentes e seguro de vida. A maioria dos serviços também conta com visitas médicas à domicílio e atendimento na língua nativa do assegurado, o que facilita muito na hora dos imprevistos.


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