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Projeto Orelhinha já atendeu mais de 30 mil pessoas por todo o Brasil


Campinas- SP 10/02/2020 10h58

A iniciativa social, que facilita o acesso a cirurgias corretivas de orelha em abano, pode ampliar atendimentos em 2020

Brincadeiras sem graça, que podem ter consequências sérias, como isolamento social, depressão e distorções de imagem. Esse é o quadro típico de bullying relatado frequentemente por quem chega até o Projeto Orelhinha – organização social que realiza cirurgias corretivas por um valor reduzido em pessoas com orelha em abano. “Essa correção também é de caráter social, pois a relação com a orelha em abano tem reflexo direto na autoestima do paciente, que muitas vezes chega a colar as orelhas para trás, com fita adesiva ou cola”, revela a Presidente do projeto, Leila Assis.

É com esse ponto de vista, de transformar a vida de quem sofre com a característica, que o projeto já alcançou a marca de 30 mil cirurgias realizadas por todo o Brasil a um custo acessível – cerca de 70% menos do que o valor cobrado em operações particulares, uma vez que os planos de saúde não cobrem o procedimento por considerá-lo puramente estético.

Iniciativa supre demanda reprimida do SUS

Na contramão dessa ideia, a iniciativa propõe justamente o resgate da autoestima e da confiança em si mesmo, facilitando o acesso à cirurgia de correção. “A otoplastia ainda não está ao alcance de todos porque a demanda recebida pelo SUS [Sistema Único de Saúde] é muito superior à capacidade de atendimento do sistema público. Além disso, boa parte da população não possui condições de arcar com o procedimento particular”, explica Leila Assis. No caso do projeto, os gastos de quem passa pelo tratamento são relativos a despesas hospitalares, material cirúrgico e honorários médicos.

Projeto Orelhinha chegará a mais pessoas em 2020

Referência internacional como o maior serviço de otoplastia oferecido no mundo, o Projeto Orelhinha passa por todas as regiões brasileiras e já tem 8 anos de história. Com o aumento da procura pelas cirurgias, médicos de todo o país vêm aderindo à organização, que é 100% autossustentável, não dependendo de verbas governamentais nem de doações. “Todos os especialistas que integram o projeto devem estar de acordo com os princípios que regem esse trabalho e, diante da adesão, nossa expectativa é que os atendimentos aumentem em 20% somente em 2020”, destaca Assis.

Mais de 470 mil reais investidos

Atualmente, a rede de assistência do Projeto Orelhinha conta com hospitais, cirurgiões especialistas, anestesistas e colaboradores centralizados nos setores administrativos e de Call Center. Com essa estrutura já presente em 14 estados brasileiros, a iniciativa já acumula um investimento que ultrapassa os R$ 470 mil, sem considerar os valores desembolsados para o desenvolvimento e aprimoramento da técnica High Performance Otoplasty (HPO), utilizada pela organização.

Técnica cirúrgica utilizada é menos invasiva

A High Performance Otoplasty (HPO) – técnica cirúrgica empregada no Projeto Orelhinha – permite que a cirurgia seja feita com anestesia local, sedação e tempo de execução mais rápido se comparada a outros procedimentos para correção de orelha em abano. Por ser menos invasiva, essa otoplastia também reflete em uma recuperação pós-operatória mais rápida, pois os pontos aplicados são internos, absorvidos pelo corpo e, por isso, não precisam ser retirados.

Como participar

Crianças a partir de 7 anos e adultos de qualquer idade podem se candidatar à otoplastia pelo Projeto Orelhinha. Basta acessar o site www.projetoorelhinha.com.br e preencher o formulário de cadastro. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 08007187804.


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