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O que você precisa saber sobre COE


São Paulo - SP 29/05/2019 16h44

Em tempos de juros baixos, modalidade de investimento vem se fortalecendo como opção para diversificação de carteira

Grupo Ourinvest - Divulgação

O Certificado de Operações Estruturadas, o COE, vem ganhando espaço no Brasil nos últimos cinco anos, mas alcançou popularidade entre os investidores de dois anos para cá.

Considerado a versão brasileira das Notas Estruturadas, um tipo de investimento muito famoso nos Estados Unidos e na Europa, os COEs estão disponíveis em duas modalidades de investimento: a de valor nominal protegido, no qual o investidor pode lucrar ou sair exatamente com o mesmo capital que investiu, e a de valor nominal em risco, no qual há a possibilidade do investidor perder no máximo o montante aplicado.

O sucesso desse investimento se deve, principalmente, pela oportunidade de se manter o risco controlado, unindo a proteção oferecida por uma aplicação de renda fixa e ganhos semelhantes aos proporcionados pela renda variável. Isso, porque o COE de capital protegido garante que não haverá perda de valor investido.

Só para ter uma ideia, segundo a B3, o estoque de COEs alcançou R$ 17 bilhões no último mês de dezembro, sendo que, só durante o ano passado, as emissões foram de R$ 10,9 bilhões. Esses números mostram que o brasileiro tem se identificado com o perfil de investimento oferecido pelo COE.

Além disso, é uma boa opção de investimento por permitir o acesso a diversos ativos, inclusive internacionais, tais como ações, commodities, moedas, ETFs e índices de Bolsa. Apesar de sua recente popularidade, ainda os investidores têm muitas dúvidas sobre o que é real ou não acerca dos COEs.

Para apoiar quem pensa em apostar neste investimento, separamos alguns Mitos & Verdades sobre o tema. Confira:

O valor mínimo para investir é muito elevado

Mito! Por ainda não ser tão popular assim no Brasil, ainda há a ideia de que esse tipo de investimento só pode ser realizado por pessoas com muito capital para investir. Porém, algumas instituições, como o Ourinvest, já oferecem o COE com investimentos a partir de R$ 1.000,00, tornando muito mais acessível para pessoas com menor disponibilidade para investir, mas que desejam diversificar as suas aplicações.

Riscos limitados

Verdade! A mecânica dos COEs de Capital Protegido prevê cenários de ganhos e perdas amenizadas, ou seja, quem opta por este tipo de investimento consegue prever com antecedência o quanto terá de retorno no vencimento, a depender de determinado cenário e por ter capital protegido as perdas são mitigadas.

A tributação é muito alta

Mito! A única tributação que incide sobre o COE é o Imposto de Renda sobre a rentabilidade obtida, de acordo com o prazo da operação. É aplicada a tabela regressiva, a mesma utilizada para os investimentos tradicionais de renda fixa, como o CDB.

É uma boa opção para quem quer diversificar os investimentos

Verdade! Em tempos de juros mais baixos, a busca por opções de investimento que tenham maior rentabilidade, mesmo que envolvam algum tipo de risco, vem aumentando. O COE, por conter características da renda fixa e variável, dá ao investidor a oportunidade buscar retornos compatíveis com a renda variável, contando com a segurança do capital protegido. Sendo indicado para quem deseja iniciar no mercado de renda variável.

É ganho certo!

Mito! Apesar de não haver perda do valor investido inicialmente, pensando em um cenário no qual o capital é protegido, também não há garantias de que os cenários de lucratividade vão de fato se concretizar. Isso vai depender do que vai acontecer com o ativo que está atrelado a ele.


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