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Profissão de dublê é arriscada e precisa de mais reconhecimento

Eles se atiram de viadutos e prédios de diferentes alturas

São Paulo 06/07/2018



Eles se atiram de viadutos e prédios de diferentes alturas, são atropelados, dirigem aeronaves e são praticamente onipresentes em cenas de tiro e explosão, tanto nas telinhas como na tela grande. Apesar de se dedicarem de corpo e alma e serem responsáveis pela concretização de filmes, novelas, comerciais e qualquer outra produção que envolva cenas de riscos, os dublês ainda são pouco valorizados no mercado brasileiro. Andreia Dos Santos Sempre fui de me aventurar, de me arriscar. Curto me impor desafios.” Apesar de ter crescido bastante, o número de mulheres na profissão ainda é pouco se comparado ao de homens.Ter uma habilidade específica ajuda na carreira. .https://www.youtube.com/watch?v=dsDo0I5l8tQ
É possível substituir o corpo ou partes dele
Na agência de Bruno Santana os alunos aprendem tudo do início. A começar pela postura. “O corpo deve ser livre e a pessoa precisa ter a consciência dela, até onde pode ir. O grande ator não precisa dizer uma só palavra para emocionar. E isso depende de muito treinamento e técnica”, explica o professor da agência, Geraldinho Mário. Assim, conseguem reproduzir gestos e até o andar do ator principal. Apesar de não ser necessário ter DRT de ator, eles priorizam a formação completa. “O ator tem que sair daqui assim. Para o diretor que contrata é bom já ir alguém que também sabe ser dublê.

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