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Gui Pereira: o brasileiro que vem conquistado Hollywood


São Paulo 25/08/2017 09h38

O brasileiro que mora em Los Angeles tem se reinventado cada vez mais quando se trata de sua carreira diversificada. Diretor, produtor e roteirista, ele está abrindo cada vez mais o leque de sua carreira no cinema e também na televisão

"Desde pequeno eu sempre fui fascinado por cowboys e o gênero faroeste. Lembro de passar férias inteiras assistindo a clássicos filmes de bangue bangue, aonde Gene Autry ou Roy Rogers galopavam e cantavam do alto de seus cavalos no pôr do sol”.

A frase é do brasileiro Gui Pereira, um diretor, produtor e roteirista de 26 anos, um paulistano que está despontando cada vez mais em Hollywood. Versátil, dedicado e apaixonado por faroeste, horror e ficção científica, ele tem a paixão pelo cinema desde a infância. "Lembro de passar férias inteiras assistindo a clássicos filmes de bangue bangue”, conta.

Em breve, Gui lança sua obra mais esperada: o longa ‘Coração de Cowboy’. Cheio de estrelas, o filme conta a história do cantor sertanejo Lucca (papel de Gabriel Sater, da novela 'Meu Pedacinho de Chão'), que é forçado a fazer músicas comerciais para alçar o sucesso. Assim, ele volta ao interior, onde reencontrará o pai (Jackson Antunes) e seu amor de infância (Thaís Pacholek).

Antes de seu longa, Gui ainda lançou outras obras que também focaram no faroeste. Isso, claro, um reflexo da paixão do artista pela natureza, o sertanejo e, claro, os filmes de bang-bang que marcaram sua infância.

‘The Adventures of Sheriff Kid McLain' (2013), que traz o ator Joe Stevens, de longas de faroeste e também de filmes como ‘8 Segundos’ e ‘Bravura Indômita’, indicado a 10 Oscars em 2011. Sucesso garantido: mais de 15 prêmios em festivais do mundo todo, inclusive em Bollywood, o centro do cinema indiano.

No ano seguinte, ‘Pizza Me Mafia!’ tem um nome conhecidíssimo dos brasileiros: o humorista Tom Cavalcante "em dose tripla", na qual ele se divide em três papéis. Mais um hit: prêmios conquistados em festivais de cinema independente como Oregon International Film Festival, Worldfest Houston Film Festival, Santa Monica Independent Film Festival e St. Tropez International Film Festival.

“Desde criança eu já sabia que queria fazer cinema. Ganhei minha primeira filmadora aos quatro anos de idade e comecei a filmar meus primeiros filmes caseiros, obviamente, dentro do gênero faroeste”, revelou Gui. Ou seja, o garotinho cresceu, se dedicou e hoje coloca na tela as inspirações que o fizeram se apaixonar pelo cinema.


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