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O Shadow IT cresceu com a pandemia – é momento do usuário ter mais flexibilidade no acesso às aplicações?


São Paulo 17/09/2020 17h38

Segundo a consultoria Gartner, as empresas gastam entre 30% e 40% de seus orçamentos de Tecnologia da Informação em Shadow IT.

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São Paulo, setembro de 2020 – Segundo a consultoria Gartner, as empresas gastam entre 30% e 40% de seus orçamentos de Tecnologia da Informação no Shadow IT. No entanto, ele também pode ser uma resposta a recursos de TI limitados, ou seja: um contribuidor e uma reação aos problemas de recursos. Agravado pela pandemia, será que é o momento adequado para dar mais flexibilidade no acesso às aplicações?

“Precisamos entender que o Shadow IT chega simplesmente porque há uma necessidade dela. É fundamental que as organizações invistam em soluções simples e em treinamentos para que seus colaboradores possam desempenhar suas funções com eficiência. Se as pessoas precisam do Shadow IT para fazer seu trabalho, é provável que a empresa já tenha um problema de inovação e criatividade devido à falta de recursos ou à liderança míope”, afirma Luan Prado, Solution Expert da Populos, companhia especializada em End User Computing, Infraestrutura e Cloud Computing.

Uma pesquisa do mês de julho do Gartner revela ainda que líderes da área de vendas de 63% das organizações já cortaram os orçamentos da área e outras 38% planejam cortá-los nos próximos três meses. Boa parte destes valores representariam gastos com deslocamentos, hospedagem e diárias o que, a partir de agora, deve diminuir drasticamente e o processo caminha para ser totalmente remoto e mais tecnológico.

Malware e ransomware são algumas das maiores ameaças que acompanham o Shadow IT. Ele abre redes para acesso não aprovado e não controlado, além de fomentar caminho para riscos associados a vulnerabilidades e erros não corrigidos. Mesmo que sejam lançados patches de correção, quando se trata de Shadow IT, nem sempre há tempo hábil. Além disso, podem acarretar falhas de compliance e esbarrar em não conformidade regulatórios, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), e que podem levar a multas pesadas.

“É fundamental pegar carona neste processo de catalisação para a transformação digital que a pandemia trouxe. É o momento de as empresas aprimorarem suas infraestruturas e investir em soluções que garantam a eficiência do trabalho, bem como a segurança do novo ambiente profissional digital e hiperconvergente”, avalia Prado.

Sobre a POPULOS

A POPULOS é especialista e líder na América Latina em End User Computing, Infraestrutura e Cloud. Suas soluções permitem que pessoas, dados e aplicações estejam disponíveis e acessíveis de uma maneira simples, segura e unificada. Premiada em 2019 pela Citrix como Latin America & Caribbean Partner of the Year, Brazil Partner of the Year e Workspace & Cloud Partner of the Year, a empresa tem como foco reinventar como o trabalho é feito. Mais informações em: www.populos.com.br

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