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Novembro Azul: Grupo São Marcos oferece exame de PSA gratuito e condições especiais para Check-up Azul


Belo Horizonte 23/11/2018 14h48

No mês em que a prevenção do câncer de próstata tem destaque com o Novembro Azul, o Grupo São Marcos se mobiliza para chamar a atenção de homens de todas as idades para os cuidados contínuos com a saúde. Ao longo de todo o mês de novembro.

DINO

No mês em que a prevenção do câncer de próstata tem destaque com o Novembro Azul, o Grupo São Marcos se mobiliza para chamar a atenção de homens de todas as idades para os cuidados contínuos com a saúde. Ao longo de todo o mês de novembro, o público masculino terá um desconto especial para realização do Check-up Azul (Hemograma, Glicemia, Sangue oculto nas fezes, Triglicérides, Ácido Úrico, Creatinina, Urina rotina, Colesterol total, HDL, LDL, VLDL, TGP, TGO e TSH) e do exame de PSA Total, em todas as unidades São Marcos Laboratório.

Além disso, às segundas-feiras (dias 5, 12, 19 e 26/11), o Grupo São Marcos oferece, em parceria com a Siemens Heathiners e com a Greiner Bio-One Brasil, exame de PSA Total gratuito para homens a partir de 50 anos de idade. A coleta pode ser realizada em todas as unidades do Laboratório. Os endereços das unidades, assim como os horários de funcionamento, estão disponíveis no site www.saomarcoslaboratorio.com.br.

Exames possibilitam diagnóstico precoce do câncer de próstata

O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não melanoma). É também a segunda maior causa de morte pela doença no País. Por isso, no Novembro Azul a sociedade se mobiliza para conscientizar o público masculino sobre a importância dos cuidados com a saúde.

Considerada uma doença da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos, a detecção precoce do câncer de próstata é determinante para o seu prognóstico e definição das diretrizes médicas. Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia, a recomendação é de que os homens devem começar a realizar o acompanhamento médico e o check-up preventivo aos 50 anos.

O acompanhamento urológico a partir da consulta com o urologista pode envolver diversos tipos de exames e o primeiro e mais importante deles é o de toque retal - indicado para saber a consistência da próstata, o tamanho e identificar possíveis lesões. "É o exame indispensável, independente de qualquer outro exame que possa ser indicado pelo médico", afirma o médico patologista do Grupo São Marcos, Paulo Salles.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a detecção precoce de um câncer compreende duas diferentes estratégias: uma destinada ao diagnóstico em pessoas que apresentam sinais iniciais da doença (diagnóstico precoce) e outra voltada para pessoas sem nenhum sintoma e aparentemente saudáveis (rastreamento). Alterações do exame clínico combinadas com resultado da dosagem do antígeno prostático específico (PSA, na sigla em inglês) no sangue podem sugerir a existência da doença.

Nesses casos, é indicada a ultrassonografia e/ou a ressonância magnética pélvica. O resultado desses procedimentos, por sua vez, poderá mostrar, em consonância com os achados clínico- laboratoriais, a necessidade de biópsia prostática transretal. "A evolução tecnológica dos exames de imagem, por sua vez, possibilita que a biópsia possa ser realizada de forma mais precisa", explica o médico patologista do Grupo São Marcos.

O estudo histopatológico do tecido obtido pela biópsia da próstata é fundamental na identificação do tipo de câncer. O relatório anatomopatológico deve fornecer também a graduação histológica do sistema de Gleason, cujo objetivo é ajudar na determinação do melhor tratamento para o paciente.

Rastreamento - Achados no exame clínico (toque retal) combinados com o resultado da dosagem do antígeno prostático (PSA) cumprem papel fundamental no rastreamento e na identificação do tumor, que em alguns podem crescer de forma rápida, espalhando-se para outros órgãos e podendo levar à morte. No entanto, o médico patologista do Grupo São Marcos explica que o rastreamento - por meio da associação com o exame clínico, realização do PSA Total, do PSA livre - e a relação livre/total, dos exames de imagem da próstata - deverá ser realizado após ampla discussão entre paciente e médico urologista.

"Essa decisão deve ser tomada pelo médico junto com o paciente, em decorrência de sinais e possíveis indícios de câncer de próstata e sobre possíveis benefícios e consequências associadas ao tratamento", afirma. Isso porque, segundo ele, a maioria dos tumores se desenvolve de forma lenta. "Hoje em dia, a medicina está muito mais personalizada e as diretrizes médicas são definidas a cada caso, de acordo com o estado de saúde, a idade e o prognóstico do paciente", afirma.

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