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A evolução dos sistemas de filtragem de ar é uma importante aliada para as empresas que pretendem enxugar custos em 2018


São Paulo, SP 19/01/2018 11h18

Na hora da seleção e compra destes equipamentos, vale considerar os seus índices de consumo de energia, sabendo-se do impacto que eles geram no orçamento mensal e anual

AAF Flanders. Trazendo ar limpo à vida.

Seguindo a tendência mundial, cada vez mais os ambientes comerciais e industriais no Brasil vêm sendo climatizados com dispositivos de ar condicionado e tratamento do ar. Na hora da seleção e compra destes equipamentos é comum considerar os seus índices de consumo de energia, sabendo-se do impacto gerado no orçamento mensal e anual. Contudo, muitas vezes, ainda existe a ideia equivocada de que os filtros de ar instalados nesses equipamentos não têm impacto decisivo no consumo de energia, pois quanto maior for a restrição que fazem à passagem do ar, maior será o consumo energético do equipamento. Por outro lado, a demanda por um ar de qualidade também é crescente, já que os índices de material particulado que afetam a saúde humana também têm aumentado nos centros urbanos.

Os setores da Indústria, dos Transportes e do Comércio são protagonistas no consumo de energia no Brasil. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, em 2016, só estes dois primeiros estiveram à frente de aproximadamente 65% do uso deste recurso. Consequentemente, são estes também os que mais sofrem com o crescente aumento das tarifas e os desafios de melhor gerir este custo têm sido uma importante pauta para os negócios. Tendo em vista que estes espaços são onde há a maior necessidade de climatização e de filtragem do ar interno, a eficiência energética destes sistemas e aparelhos também entra em questão - e especialistas da multinacional pioneira do segmento, AAF International, explicam como essa ponderação pode fazer a diferença na hora de enxugar gastos neste ano.

Seja para o público interno ou externo, é essencial para as organizações que prezem pelo conforto ambiental de suas instalações, preocupando-se, além da estética, com fatores acústicos e térmicos, por exemplo. Nesse sentido, os administradores destes espaços enfrentam grandes desafios na hora de fechar a conta, com a alta demanda por climatização, tratamento e filtragem do ar interno.
É neste panorama que as empresas do segmento têm se empenhado na rápida evolução dos sistemas de filtro de ar, fazendo com que a eficiência energética destes projetos recebam cada vez mais atenção e com que consigam colocar soluções com alto custo-benefício para o mercado.

"Nossa recomendação é que, no momento da aquisição de sistemas de filtragem de ar as empresas avaliem, primeiro, sua eficiência e vida útil, e logo em seguida, os custos gerados por esse sistema - como os com energia. Com a evolução tecnológica dos materiais e a demanda crescente por aumento de performance dos sistemas, as grandes multinacionais do segmento já voltaram os esforços para proporcionar produtos com baixo consumo de energia associado. É fundamental conhecer, pesquisar e considerar essa perspectiva" explica o Gerente Técnico da AAF Flanders para a América Latina, José Senatore.

Em outros países, a eficiência energética destes dispositivos já é alvo de atenção por parte das empresas e também uma grande aliada para resultados mais sustentáveis na sua economia: “Em Montreal, por exemplo, tivemos o caso de uma torre de imóveis comerciais com arranha-céus de 45 andares e 13.500 m² cada. Aproximadamente 50% do consumo de energia deste prédio estava associado aos sistemas de climatização e filtragem de ar. Além disso, a troca frequente de pré-filtros e filtros finais causavam um alto Custo Total de Propriedade. Dada a insustentabilidade financeira do quadro, após uma auditoria, fizemos uma projeção de 2 anos que comparava preços, consumo, custos de mão de obra e de trocas dos filtros, tanto para os que estavam sendo usados, como para os recomendados pela AAF. Após realizar a troca pelos sistemas sugeridos no estudo, a empresa conseguiu experimentar significativa redução do consumo de energia, dos custos operacionais e do número de trocas - fatores decisivos para recuperar o seu fôlego”, contou à reportagem Edmilson Alves, Diretor Geral do grupo para o Brasil e América Latina.

Para saber mais ou conhecer soluções em filtragem de ar sob medida para os seus desafios, entre em contato: atendimento@aafintl.com


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