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A tecnologia flash e a guerra contra a crise econômica fluminense


27/11/2018 12h56

Segundo o Ministério do Trabalho, o estado teve uma perda de 540.866 empregos com carteira assinada entre janeiro de 2015 e julho de 2018, sendo 286.635 só na cidade do Rio.

Não é segredo: o Brasil está, há algum tempo, em uma crise política e econômica arrastada, com resultados ainda mais graves para o que um dia foi a capital desse país, Rio de Janeiro. Segundo o Ministério do Trabalho, o estado teve uma perda de 540.866 empregos com carteira assinada entre janeiro de 2015 e julho de 2018, sendo 286.635 só na cidade do Rio. Somando a isso, segundo o IBGE, entre 1970 e 2015, foi a unidade federativa que mais perdeu participação no PIB nacional, além do menor crescimento do emprego entre 1985 e 2016.

Dito isso, o que nos resta perguntar é como resgatar, através da inovação e do investimento, um estado que luta a cada dia pela sobrevivência. A resposta? Inúmeras. Muitas ainda não encontradas. Mas com certeza a tecnologia está entre elas.

Para um gerente geral de vendas de uma multinacional como a Pure Storage, é sempre um desafio querer investir tempo e esforço em estados como o Rio. Pelo menos a princípio. O segredo então fica por conta de encontrar os melhores parceiros possíveis, que estejam tão dispostos quanto a sua empresa em encarar a tempestade. E não precisa muito. No caso da Pure, bastou um evento de canais com a parceira Adistec, para encontrarmos com o agora conhecido, Gustavo Pavanelli, da GPSIT.

Fundada em 2007, com matriz no Rio de Janeiro e filial em São Paulo, a GPSIT tem a missão de mudar a visão do mercado em relação ao investimento na tecnologia. Ou seja, a sinergia foi instantânea, já que trabalhar com flash, o core business da Pure, é atuar com o entendimento de um investimento que não é imediato, mas com uma cultura de inovação a longo prazo. O que também significa encarar as ondas turbulentas de convencer o decisor a investir "a longo prazo" e não apenas com estratégias para o momento.

A tecnologia flash opera como um método de resposta de armazenamento aprimorado sobre outra tecnologia existente, como o disco legado. Conforme há um crescimento de sua empresa, maior se torna a necessidade de uma resposta de seus dados. Ou seja, a tecnologia flash funciona e se revoluciona de acordo com a própria evolução da empresa.

"Apesar das desvantagens políticas e econômicas do Rio, os fluminenses já enxergam as vantagens da tecnologia flash. Sabem que ela não se resume a uma simples máquina com disco mais rápido. Ela tem valor. E um valor não só tecnológico mas também extremamente financeiro. As empresas buscam essa vantagem competitiva e sabem que, mesmo com o declínio econômico, para sobreviverem, terão de se adaptar. E o flash auxilia nesse processo.", nos conta Gustavo.

Todo o propósito do flash é permitir trazer resultados mais rápidos de aplicação e acesso mais ágil ao conteúdo estático. Cito como exemplo a SINAF Seguros, com 35 anos no mercado e matriz no Rio de Janeiro. Cliente da GPSIT e consumidora Pure Storage, a empresa é especializada em seguros de vida para as classes C, D e E, e tinha como ferramenta de armazenagem o tradicional storage mecânico."Nosso grande vilão não era a questão de backup. Entretanto, conforme a empresa foi crescendo, percebemos a necessidade cada vez maior de acessarmos as aplicações do nosso banco de dados de forma mais ágil. Isso foi percebido, especialmente, pelo volume crescente de reclamações dos próprios clientes. Com a implementação da Pure Storage, o atendimento em nossos callcenters se tornou muito mais rápido, visto que o acesso aos dados necessários para esse tipo de atendimento foi acelerado", compartilha o Gerente de TI da SINAF, Milton Araújo.

Sim, a tecnologia ainda está caminhando a passos mais lentos na região. Milton mesmo atesta. "De fato, ainda não vejo uma grande da adoção da tecnologia, mas vejo um movimento. As pessoas já a reconhecem. Já viram o valor da tecnologia all flash e eles a entendem." Não quero revelar meus segredos comerciais, mas no final do dia, entender a tecnologia, compreender seu valor, já é metade do caminho andado. E o Rio de Janeiro já está no meio do caminho.

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