Negócios em Foco

Médica do Hospital de Olhos do Paraná defende tese de doutorado em São Paulo com resultados inéditos sobre genética em estrabismo infantil


Curitiba - PR 03/04/2018 14h31

Dra Dayane Issaho, médica do Hospital de Olhos do Paraná, defendeu sua tese de doutorado na Universidade Federal de São Paulo com resultados inéditos sobre genética em estrabismo convergente infantil. A tese da oftalmologista, que é especialista em estrabismo e oftalmopediatria, rendeu três publicações em renomadas revistas científicas internacionais e foi apresentada em congressos de Oftalmologia no Brasil e nos Estados Unidos.

Dra Dayane Issaho com sua orientadora e os membros componentes da banca - Universidade Federal de São Paulo

A médica oftalmologista do Hospital de Olhos do Paraná, Dra. Dayane Issaho, foi aprovada em sua defesa de doutorado por unanimidade na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), com a tese intitulada “Alterações Genéticas e Abordagem Terapêutica na Esotropia Congênita” (desvio convergente dos olhos que ocorre em crianças). A orientadora foi a também oftalmologista Dra. Denise de Freitas. As co-orientadoras foram as Dras. Márcia Keiko Tabuse e Linda Carrijo-Carvalho. Compuseram a banca, ainda, os Drs. Mauro Goldchmitt, Andrea Zin, Célia Nakanami e Mônica Cronemberger.

O trabalho da Dra. Dayane rendeu três publicações em renomadas revistas científicas internacionais e foi apresentado em congressos de Oftalmologia no Brasil e nos Estados Unidos.

Uma das etapas da tese da médica trata de estudo com resultados inéditos na genética do estrabismo entre crianças. Outras duas publicações na área, de autoria da Dra. Dayane, referem-se ao tratamento cirúrgico precoce do estrabismo e ao emprego da toxina botulínica no tratamento da doença entre bebês.

De acordo com a Dra Dayane Issaho, que é especialista na área de estrabismo e oftalmologia pediátrica, a inovação de pesquisa no campo de genética em estrabismo faz-se necessária. "Os fatores genéticos envolvidos no estrabismo convergente em bebês ainda não são conhecidos, apesar de ser identificada alguma hereditariedade. Um entendimento mais profundo das bases genéticas do estrabismo congênito pode ajudar a identificar precocemente pacientes em risco, além de contribuir para o avanço de novas abordagens de tratamento, principalmente nos
campos da genética e epigenética. Nossa pesquisa contribuiu para abrir as portas para uma área até então pouco explorada".

 


Mais informações:

Divulgado por

Contato | Anuncie
Copyright © 2020 | Todos os direitos reservados.

Negócios em Foco

Notícias empresariais

Localização
São Paulo - SP, Brasil

E-Mail
redacao@negociosemfoco.com