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Céu-Lar Netimóveis amplia escopo de negócios e passa a ser correspondente bancário da CEF


Belo Horizonte 02/07/2020 12h15

Daniela Souza de Magalhães, diretora administrativa e financeira da Céu-Lar Netimóveis - Nathália Morais

O setor imobiliário vive um bom momento com o crescimento dos financiamentos que somaram R$ 7,1 bilhões em maio, aumento de 23,2%. Na esteira desse crescimento, a Céu-Lar Netimóveis continua inovando, passando a ser correspondente bancário da Caixa Econômica Federal.

“A partir dessa nova modalidade iremos oferecer o financiamento imobiliário diretamente aos nossos clientes com todas as facilidades e conforto que a empresa proporciona, e com a segurança e expertise da Caixa. Assim teremos o prazer de tornar mais ágil a aprovação do crédito, diminuindo a burocracia e acompanhando os tramites necessários, prestando toda a assessoria na compra e venda da casa própria, até a entrega das chaves”, explica Daniela Souza de Magalhães, diretora administrativa e financeira da Céu-Lar Imóveis.

Mesmo com a pandemia, o brasileiro enxergou um bom momento para a aquisição da casa própria, pois a taxa de juros é a mais baixa da história, a Taxa Selic chegou a 2,5%, e os financiamentos imobiliários com recursos das cadernetas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) atingiram R$7,13 bilhões, em maio deste ano, com crescimento de 6,5% em relação ao mês anterior e de 8,2% comparativamente ao mesmo mês do ano passado.

“Identificamos uma ótima oportunidade para ampliar os serviços ofertados aos clientes. Dados indicam que o mercado imobiliário teve um impacto reduzido, até o momento, com a crise do coronavírus. O momento está favorável para quem deseja adquirir seu imóvel, pois o mercado está com muitas ofertas imperdíveis”, avalia Daniela.

Alguns fatores combinados podem explicar, ao menos em parte, o excelente resultado dos últimos dois meses. A redução do consumo de supérfluos devido ao isolamento social; maior preocupação financeira com o futuro próximo; queda da rentabilidade das demais aplicações e perdas no mercado acionário.

Entre os primeiros cinco meses de 2019 e de 2020, os empréstimos destinados à aquisição e à construção de imóveis avançaram 23,2%, atingindo R$ 34,08 bilhões, registrando-se, também nessa base de comparação, influência pouco expressiva do isolamento social. No acumulado de 12 meses (junho de 2019 a maio de 2020), o volume de empréstimos somou R$ 85,13 bilhões, alta de 30,5% em relação ao apurado nos 12 meses anteriores.

“Os números indicam que o isolamento social levou as pessoas a reavaliarem suas prioridades e, como todo bom brasileiro que somos, a casa própria vem sempre em primeiro lugar”, diz Magalhães.

A captação líquida das cadernetas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) atingiu R$ 30,3 bilhões em maio deste ano, estabelecendo novo recorde mensal na série histórica, iniciada em julho de 1994.

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