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Instituições de transição são alternativas para desafogar hospitais e cuidar de pacientes estáveis


São Paulo/SP 11/07/2019 14h47

São oferecidos cuidados médicos, de enfermagem e transdisciplinares para pacientes se recuperarem fora do hospital geral

DINO

Após uma cirurgia ou um procedimento em um hospital geral, o paciente precisará, muitas vezes, de cuidados médicos, enfermagem, fisioterápicos e outros transdisciplinares antes de seu retorno para casa.

Com o crescimento das clínicas de transição no Brasil (em 2015 eram 8 e em 2018 o número subiu para 25), este paciente pode contar com uma estrutura que tem índices de infecção hospitalar reduzidos e que sai mais em conta para as operadoras e planos de saúde.

Em São Paulo, por exemplo, a Humana Magna nasceu focada em desenvolver este trabalho e ainda transformar o paciente que precisa de cuidados em um indivíduo na sociedade adaptado à sua nova condição, que conviva em seus círculos cultural, espacial, familiar e profissional.

Um paciente com AVC na fase aguda, por exemplo, fica aproximadamente cinco dias no CTI (ou UTI) e depois pode ser transferido para a instituição. Ele terá suporte médico, de enfermagem e corpo multidisciplinar composto por fisioterapia motora, respiratória, neurológica, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia, nutricionista, farmacêutica, estomaterapia, fisiatra, assistente social e dentista.

Depois de um tempo pré-determinado, este paciente termina o tratamento de recuperação e recebe alta para casa, em que a Humana Magna coordenará e auxiliará o paciente neste processo de transferência. Há, ainda, a adaptação da casa do paciente para recebê-lo em sua nova condição, bem como treinamento dos cuidadores e familiares, quando necessário, para dar o suporte ideal ao paciente, evitando que tenha uma regressão e acabe retornando ao hospital geral.

Números divulgados em março deste ano pela Humana Magna mostram que a instituição teve desde sua inauguração um total de 80 internações, sendo 29 altas seguras com 0% de reinternação da casa ao hospital. Além disso, 10 altas ocorreram antes do prazo. A performance do plano de alta também é muito positiva. Foram 55,2% de altas dentro do prazo, 17,2% antes do prazo e 13,8% de altas extras.

Para as operadoras e planos de saúde, as diárias na Humana Magna custam entre metade a um quinto do valor cobrado em hospitais gerais com a diferença que a instituição tem tempo e objetivo de fazer a recuperação/reabilitação do paciente transformando-o novamente em indivíduo social e autônomo, dentro de suas condições.


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