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Quer vender uma coleção de moedas ou cédulas? Descubra a melhor forma


Belo Horizonte 23/07/2020 16h22

Especialistas explicam a melhor forma de vender uma coleção sem sair no prejuízo

Está equivocado quem pensa que uma coleção é feita somente de moedas ou notas que já saíram de circulação ou que dinheiro antigo não vale mais. A verdade é: uma coleção nunca fica ultrapassada e pode valer muito mais do que você imagina. Não somente pelo valor agregado às peças, mas também pelo valor histórico e cultural que esse tipo de hobby carrega. Segundo especialistas, o mercado numismático (moedas, cédulas e medalhas) tem crescido em números de colecionadores e se aprimorado na compra e venda de coleções.

“São muitos colecionadores dispostos a comprar ou vender suas coleções. Seja para completar uma já existente ou gerar uma renda extra. O importante é oferecer suporte seguro para que essas transações sejam realizadas de forma honesta e vantajosa para ambos os lados”, comenta o economista, especialista em modelagem financeira e CEO da plataforma O Numismata, marketplace e sistema de leilões de produtos numismáticos.

Para se ter uma ideia, somente em Belo Horizonte, existem milhares de colecionadores ativos. A estimativa é que esse mercado gire, apenas na capital mineira, milhões por ano em transações de grandes, médios e pequenos colecionadores.

Tipos

Davi explica que as coleções podem ser divididas por segmentos, como:

• Países;

• Datas ou sazonalidade;

• Metais (ouro, prata, cobre, bronze e níquel).

E ainda há os que colecionam somente moedas que estão em circulação, por exemplo. Segundo ele, existem particularidades e valores específicos ligados à cada coleção. Por isso, é preciso ficar atento no momento da negociação para não sair no prejuízo.

“O mercado numismático vem mantendo a transparência no momento das transações de moedas e cédulas. Contudo, é pertinente que o colecionador avalie, junto ao profissional da área, o real valor da coleção à venda. Esse processo faz toda diferença e evita a prática de valores irreais”, comenta o economista.

Canais de venda

Hoje em dia, é possível ao colecionador ter acesso aos vários meios de compra e venda de peças numismáticas. Lojas físicas; encontros de colecionadores e numismatas; plataformas e marketplaces; grupos de aplicativos ou por meio dos famosos leilões online ou off-line. “Os leilões são ótimas oportunidades para a venda de coleções. Lá, é possível encontrar os amantes da numismática dispostos a pagar e comprar as peças por valores reais e justos. É uma disputa de valores”, explica, Davi.

Mas, como vender? Segundo Toledo, é possível realizar a venda das peças separadas ou por lote, dependendo de cada coleção. No caso das moedas das Olimpíadas do Brasil de 2016, por exemplo, para que o colecionador lucre, o mais indicado seria realizar a venda por lote, ou seja, todas juntas. Já para coleções robustas e com peças mais antigas, o ideal seria a venda de forma individual.

“A venda individual das peças para coleções mais robustas é sempre mais vantajosa. Isso aumenta as chances de se conseguir valores ainda maiores, o que não acontece com vendas por lote. Como a procura por peças individuais é grande, pode ser que o comprador pague um valor considerável para ficar com a moeda e/ou nota que falta em sua coleção”, explica.

Quer vender sua coleção? Acesse: https://onumismata.com/

Sobre O Numismata

O Numismata é uma startup mineira criada em 2019 que desenvolveu uma plataforma que permite que os vendedores numismáticos criem perfis customizados para venderem a preço fixo e leilão suas notas, moedas e medalhas. A plataforma lhes permitirá se diferenciar e aumentar sua base de vendas em uma comunidade numismática. A startup possui uma equipe qualificada que trabalha diariamente oferecendo ao seu público uma experiência única e cada vez mais segura.

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