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Método Não Destrutivo (MND) é a melhor opção para Projeto SP Sem Fio


São Paulo - SP 11/09/2018 17h12

Realizar obras como as do Projeto SP Sem Fio afeta a rotina dos munícipes. A alternativa para diminuir os impactos é optar pelo Método Não Destrutivo (MND).

DINO

São Paulo é uma cidade muito conhecida por ser um grande centro econômico. Em meio a tantos prédios faz-se necessária a adoção de medidas que favoreçam ambientes mais verdes, de modo a promover qualidade de vida à população. Com esse intuito, foi promulgada pelo então prefeito José Serra a lei municipal nº 14.023, de 8 de julho de 2005, que dispõe sobre a obrigatoriedade de tornar subterrâneo todo o cabeamento instalado no município. O Projeto SP Sem Fio, como é chamado hoje, ainda tem um grande caminho a percorrer e os órgãos competentes deveriam avaliar a utilização do Método Não Destrutivo (MND) para a realização de tal serviço, de modo a prestar um serviço de qualidade, respeitando a população.

A lei determina que sejam enterrados cabos de rede elétrica, telefonia, TV a cabo e afins. A nova forma de iluminação pública, em substituição ao modelo atual, fica sob responsabilidade do Poder Executivo e nos locais onde forem removidos os postes é preciso realizar o plantio de árvores. Diante do tempo de promulgação da lei e sua obrigatoriedade de cumprimento, o prefeito João Doria assinou em agosto de 2017 uma parceria com a Eletropaulo e empresas de telecomunicações para a implantação do Projeto SP Sem Fio. A intenção era fazer com que as empresas custeassem as obras em pontos previamente determinados, em especial no centro da cidade. Realizar o serviço por Método Não Destrutivo (MND) certamente traria menos impactos negativos à população, que ficaria muito mais satisfeita com o trabalho. O custo-benefício também é muito vantajoso, sendo o método um aliado das empresas contratantes.

O cabeamento subterrâneo é muito interessante por diversos fatores, entre eles, a segurança dos moradores. Uma vez que as redes são instaladas de forma subterrânea, os riscos de curto-circuito diminuem e a qualidade do serviço aumenta, pois os danos por influências externas são minimizados. Outro fator relevante para ser levado em consideração, é a alternativa à poluição visual, preservando os espaços urbanos, de modo a proporcionar qualidade de vida. Visando reduzir custos futuros, além de incentivar a preservação e criação de novas áreas verdes, o Método Não Destrutivo (MND) apresenta inúmeros benefícios.

Realizar obras públicas de grande proporção, como o Projeto SP Sem Fio, afeta a rotina dos munícipes. Desta forma, empresas atentas à implantação de novas tecnologias buscam alternativas que permitam um trabalho eficaz e com o mínimo impacto possível. A DRC , especialista em instalações subterrâneas, conta que a perfuração direcional por Método Não Destrutivo (MND) é capaz de permitir o trânsito seguro de pessoas e de veículos pelo local, sem que seja necessário movimentar muitos equipamentos. "Os procedimentos previstos em lei precisam de qualquer maneira ser cumpridos, mas quando realizados de maneira simples, objetiva e sem transtornos, demonstra um respeito ainda maior pelos moradores", reforça Rogério Pagni, diretor de operações da DRC.

O principal objetivo do Projeto SP Sem Fio é eliminar os postes e tornar os espaços mais limpos, bonitos e seguros para a população. A primeira etapa foi iniciada no final do ano passado e entregue só em março deste ano. No total, até o momento, foram enterrados 30 km de cabos aéreos e 102 postes removidos de 14 vias.


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