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Varejo-tech: o que esperar do futuro do varejo


São Paulo 19/10/2018 16h08

Startups identificam oportunidades no varejo brasileiro e propõem alternativas.

Varejo-tech

Hoje, o celular é um dos bens de consumo mais valiosos, e não apenas por seu valor monetário, mas principalmente pelo valor quase que afetivo que seus respectivos donos têm pelo objeto.

Por ser uma ferramenta facilitadora em diversos aspectos, as pessoas estão cada vez mais dependente desses aparelho eletrônico. Segundo uma pesquisa realizada no final de 2016 pelo IBGE, mostra que 116 milhões de pessoas estão conectados à internet. Esse número é o equivalente à 64,7% da população brasileira acima de 10 anos. Esse estudo feito pela Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios Contínua, o Pnad C, mostra ainda que 94,6% das pessoas usam o celular para navegar na internet.  Para os lojistas, esse uso constante dos smartphones dentro das lojas é um ponto que vem despertando atenção. Os clientes passaram a usar o celular para auxiliar na tomada de decisão de uma compra, seja consultando informações do produto, preços e até pedindo assessoria de amigos e parentes sobre qual produto comprar. Além disso, os consumidores estão cada vez mais exigentes, demandando um atendimento personalizado nas lojas. Por isso, muitos estabelecimentos estão sendo “obrigados” a se adaptarem a esse novo cenário tecnológico.

Os pequenos varejistas conseguem oferecem soluções customizadas que atendem as exigências dos consumidores, criando uma maior percepção de exclusividade quando comparada a grandes redes varejistas. Por outro lado, os grandes varejistas ainda tem algumas vantagens devido ao seu tamanho (escala), por exemplo, a forma de pagamento: grandes redes oferecem o cartão com a marca da própria loja, possibilitando o consumidor a parcelar suas compras sem cobrar taxa de juros e captando benefícios relacionados com a fidelização de clientes.

Pensando nessas diferenças, surgiram às  varejo-tech , empresas (startups) de tecnologia focadas em auxiliar o mercado varejista, identificando as deficiência nesse mercado (especialmente nas pequenas lojas) e oferecendo soluções para elas. Esse é o caso da Neopag, uma startup brasileira que criou uma plataforma de cartões digitais para lojas de qualquer tamanho. Assim tanto as pequenas quanto as grandes lojas podem ter seu próprio cartão, e oferecerem para seus clientes a opção de parcelamento na hora da compra.

“Acreditamos que todo lojista pode aumentar seus ganhos com a gestão eficiente e justa do crédito próprio e ainda fidelizar seus clientes de um jeito moderno e inovador" diz os fundadores da Neopag, Fabiano e Lucas.

A plataforma cuida de toda a parte de análise de crédito, sugerindo um limite para cada cliente que o comerciante pode aceitar ou não. E também da área de cobrança, disparando avisos sobre o vencimento da fatura e auxiliando na cobrança de clientes inadimplentes.


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