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Meningite Fúngica, uma grande ameaça em alerta


São Paulo 13/03/2019 09h38

Em qualquer das suas formas, a meningite é uma doença perigosa que, não raramente, leva o paciente ao quadro de sérios comprometimentos da saúde. Em muitos casos é fatal, em outros casos são verificadas seqüelas. Há, entretanto, casos de pessoas que saem de um quadro de meningite sem seqüelas que comprometam o curso normal de suas vidas.

Meningite é um processo inflamatório das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Entre essas infecções podem estar as seguintes: meningites bacterianas, virais e fúngicas. Apesar de serem, geralmente causadas por agentes infecciosos, também podem ser causados por agentes não infecciosos como medicamentos e neoplasias (formações tumorais).

Em termos de saúde pública, a meningite, infelizmente é endêmica, apesar das campanhas de vacinação feitas pelos órgãos públicos. Embora a meningite possa acometer pessoas de todas as idades, é na faixa etária de até 5 anos que devem residir os maiores cuidados e mais ainda com crianças até o primeiro ano de vida.

Segundo o Ministério da Saúde, somente no ano passado (2018) foram registrados 1.100 casos de meningite no Brasil que resultaram em 222 óbitos. O alto índice de letalidade se dá pela rapidez com que a doença age após suas primeiras manifestações sobre o organismo, ou seja, menos de 24 horas.

Normalmente, compõe o quadro de sintomas: vômito, febre, mal estar, sonolência e rigidez na nuca.

No dia 1º de março deste ano, o assunto Meningite voltou a fazer parte das manchetes das principais mídias de todo o País. Arthur Araujo Lula da Silva, de apenas 7 anos, neto do ex-presidente Lula veio a falecer em decorrência de meningite bacteriana. A morte prematura reacendeu uma discussão que aos poucos vai se colocando, o fantasma de doenças que teoricamente já eram dadas como extintas.

A transmissão da meningite em suas principais formas

A meningite bacteriana é transmitida de uma pessoa para outra através das vias respiratórias, por gotículas e secreções que podem ser tanto da garganta quanto do nariz. O curioso é que nem sempre o portador da doença sofre os seus efeitos, mas ele pode passar a bactéria para outra pessoa que, eventualmente, poderá vir a sofrer as conseqüências.

Na meningite viral, o vírus pode ser transmitido através do contato próximo. Basta, por exemplo, apertar a mão de uma pessoa com o vírus e depois levá-la a boca, ao nariz ou aos olhos sem lavá-las. Isso abre a possibilidade para o contágio. Outra forma da transmissão do vírus é através de picada de insetos contaminados.

Embora não seja a que atinja o maior número de pessoas, a meningite fúngica tem uma face muito cruel, raramente tem cura e a sua taxa de mortalidade infelizmente é altíssima, chegando a atingir o patamar de 90% no caso das não criptocócicas.

Perigosa e com alto índice de letalidade, a meningite fúngica não é contagiosa, ou seja, não pode ser transmitida de uma pessoa para outra, independente do seu estágio. A sua transmissão se dá pela inalação de esporos – partes de fungos – que se instalam nos pulmões e acabam migrando em direção ao cérebro, causando assim a infecção das meninges. Dispersos, os fungos localizam-se e proliferam-se em ambientes úmidos.

Os fungos causadores de meningite são o Cryptococcus e o Coccidioides. Dentre outros fungos, vale citar a cândida, cuja incidência se verifica com freqüência em hospitais.

A meningite fúngica atinge geralmente pacientes imunossuprimidos, cujos casos mais comuns são os portadores de AIDS e câncer. O tratamento para meningite fúngica é feito normalmente a base de medicamentos e, em muitos casos por toda a vida do paciente.

No geral, a evolução da doença vai depender muito da evolução imunológica. Em alguns casos a evolução pode ser lenta e perdurar por meses, anos ou em alguns casos ser fulminante e ser fatal em apenas algumas semanas.

Como prevenir a meningite?

Existe vacina contra alguns tipos de meningite (tipos A, C, W135 e Y). As vacinas fazem parte do Programa Nacional de Imunização da criança. Para saber mais sobre a vacinação, acesse o site do Ministério da Saúde (http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/vacinacao/vacine-se).

Mas, as vacinas disponíveis previnem somente a meningite bacteriana. Para evitar a proliferação de fungos, principal agente responsável pela meningite fúngica, que agride diretamente o sistema respiratório, existe um equipamento chamado desumidificador Desidrat, que combate a proliferação de fungos e bactérias, pois controlam o nível de umidade. Fungos se proliferam com umidade acima de 65%, controlando a umidade, você estará livre desses microrganismos. O equipamento que controla a umidade do ar, elimina o problema pela raiz, pois ele tira a principal condição de vida dos fungos, a água.

Além disso, de acordo com um relatório feito pela Cetesb, o aparelho retém até 90% das partículas em suspensão (inclusive esporos dos fungos), fazendo com que o ar fique saudável e livre de agentes causadores de diversas doenças.

Concebidos dentro dos mais altos padrões tecnológicos, a Thermomatic também trabalha com os purificadores de ar. O equipamento retém impurezas chegando ao índice de 99,9%, acaba com o mau cheiro e evita as alergias, pois possui 3 filtros de purificação. Essa combinação entre desumidificador de ar e purificador, são definitivas, principalmente quando se trata de mulheres grávidas e bebês, que ficam com o sistema imunológico fragilizado nesse momento da vida.

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