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O que os Beatles podem nos ensinar sobre Data Science


Belo Horizonte - MG 22/08/2018 14h23

Izabela Hendrix recebe professor da University of Virginia para palestras e firma parceria

Professor Hudson ministrou palestras sobre Ciência de Dados no Izabela Hendrix - Izabela Hendrix / Divulgação

O Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix recebeu, entre os dias 2 e 9 de agosto, o professor da University of Virginia (EUA), Hudson Golino. Hudson é mineiro, natural de Belo Horizonte, formado em Psicologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e doutor em neurociências pela mesma instituição. Atua como professor de Métodos Quantitativos do College and Graduate School of Arts and Sciences - University of Virginia (EUA) e no desenvolvimento de novos modelos estatísticos e computacionais para solução de problemas em análise de dados multivariados. Em 2017, Hudson fundou o Creative, Innovative and Transformative (CreITive) Data Lab na University of Virginia, que tem como principal missão profissional transformar e aprimorar a sociedade por meio da Ciência de Dados.

Por meio de uma parceria entre o Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix e a University of Virginia, o professor visitou a instituição e ministrou palestras para os alunos do curso de Ciência de Dados, Bioinformática, Engenharia da Computação e interessados em tecnologia.

Na ocasião, o professor falou sobre as perspectivas de mercado para o cientista de dados no Brasil e fora do país. “No Brasil as pessoas ainda não conhecem a área. As empresas ainda não sabem direito o que é. À medida que elas forem tendo mais exemplos de fora, acho que tende a crescer muito o mercado, mas ele já existe, já é grande”, afirmou.

Em relação à atuação do cientista de dados no mercado, o professor foi otimista. “Nos países desenvolvidos, principalmente na América do Norte, na Europa e Oceania, o mercado é super aquecido. Tanto que, por exemplo, na universidade da Virginia a gente tem um mestrado profissionalizante em Ciências de Dados, que tem um ano e meio de duração, e já no primeiro semestre, 98% dos alunos são contratados por grandes empresas”, explicou.

O professor também comentou o pioneirismo do Izabela Hendrix em criar a primeira graduação em Ciências de Dados do Brasil. “Eu acho ousado e ao mesmo tempo extremamente estratégico. É uma área que tem tudo para crescer muito e, ao mesmo tempo, ela demanda mais tempo de formação do que simplesmente uma pós-graduação. Então, um curso de graduação feito com calma, dá tempo suficiente de formar bons profissionais na área e o mercado tem uma demanda absolutamente gigante para isso” ressaltou.

Durante a visita, o professor ministrou palestras com os temas “O que os Beatles podem nos ensinar sobre Data Science: Identificando fatores latentes em dados multivariados”, voltada para estudantes de tecnologia e público em geral, e “Extração de conhecimento em bancos de dados: identificar emoções em textos, aplicações KDD”, voltada para profissionais atuantes no ecossistema de inovação e tecnologia e interessados em Ciência de Dados.


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