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PoupaBrasil avalia que a instabilidade na Bolsa em agosto é sinal de alerta para que investidores priorizem a renda fixa


São Paulo 27/09/2019 15h39

Investidores inexperientes devem optar por aplicações que combinem rentabilidade e segurança, especialmente, em cenários desfavoráveis

PoupaBrasil - DINO

O mês de agosto foi marcado pelo sobe e desce da Bolsa, colocando em alerta aqueles investidores que não estão acostumados a lidar com a volatilidade do mercado de ações. Ou seja, a grande maioria dos brasileiros. O Ibovespa chegou a acumular baixa de 5,3%, fechando com 96.429 pontos. No mesmo mês, fundos de ações e multimercados despencaram e alcançaram prejuízos acima de 10%.

Muitas pessoas, seduzidas pela ideia de rendimentos maiores, decidiram migrar esse ano para a renda variável, após reduções sucessivas da Selic pelo Banco Central. Hoje em 5,5% ao ano, a taxa básica de juros funciona como referência para os ganhos da renda fixa, modalidade de aplicação preferida no país.

Para o fundador e CEO do PoupaBrasil, Cláudio Ferro, as oscilações de agosto na chamada B3 são exemplos do grau de sofisticação e dificuldade para investidores inexperientes. “Esse é um jogo para quem, de fato, entende a lógica do mercado e conhece fundamentos importantes sobre economia e política. Ainda assim, deve estar preparado para eventuais perdas”, avalia. Ele destaca que uma grande parte daqueles que entraram na Bolsa, entusiasmados por notícias de ganhos no primeiro trimestre, voltou agora para a segurança da renda fixa.

Para Ferro, uma carteira de investimentos deve considerar opções variadas, de acordo com o perfil de cada um. Mas boa parte dos recursos tem de ser reservada para a renda fixa. “Essa modalidade deve ser privilegiada, especialmente, se levarmos em conta o cenário atual de conflito entre Estados Unidos e China, temor de recessão econômica na Europa, agravamento da crise econômica na Argentina, além de tensões políticas internas, que impedem a retomada de crescimento do PIB”, conclui.

No PoupaBrasil, aplicações com prazo de cinco anos, por exemplo, rendem 120% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário) – referência para renda fixa -, LC pós-fixado e isenção de taxas e tarifas. Ou seja, combinam segurança do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e boa rentabilidade.

O FGC é uma entidade sem fins lucrativos, que gerencia o mecanismo de proteção aos investidores no Sistema Financeiro Nacional, até o limite estabelecido pela regulamentação. O valor máximo garantido para cada pessoa física ou jurídica é de R$ 250 mil por instituição associada ou instituições do mesmo grupo financeiro.

“Com isso, o investidor brasileiro está seguro, assim como ocorre em muitos países. O FGC atua, igualmente, para todos os bancos e instituições financeiras, independentemente de seu tamanho de mercado”, complementa.

 No PoupaBrasil, você pode realizar investimentos a partir de R$ 1.000,00  


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