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Ferramenta inovadora ressignifica relações e ajuda no autoconhecimento e a lidar melhor com situações diárias


São Paulo 16/07/2020 16h26

Com o CoRIs é possível desenvolver diversas habilidades sociocomportamentais e encontrar caminhos para diversos problemas do dia a dia de forma mais empática

Formas de trabalhar, de atender, de consumir e de se relacionar. De tempos em tempos, tudo isso muda. Na atual sociedade, temas como empatia, autoconhecimento e análises comportamentais estão em evidência e trazem à tona outra realidade: a necessidade de ressignificar as relações.

Pensando nisso, as amigas Cléia Barros e Juliana Devechi se uniram para fundar a empresa CoRIs – Desenvolvimento Humano e Comunicação Corporativa. Juntas elas criaram o jogo CoRIs e sua metodologia inovadora, para interpretar e encontrar caminhos para diversas situações ou problemas do dia a dia, através de perguntas poderosas, que geram movimento, conexão, ressignificado, inovação e soluções.

É possível criar diversas maneiras de utilizar a ferramenta, entre elas, feedbacks de forma inovadora, treinamentos ágeis para tomadas de decisões, rodas de criação, abrir o diálogo empático e criativo em qualquer ambiente, seja ele profissional ou pessoal, proporcionando uma nova jornada de autoconhecimento para as pessoas e empresas.

O jogo reúne cartas de palavras e ilustrações, e através delas é possível expor qualquer situação e por meio de perguntas poderosas, aflorar a empatia, criatividade, comunicação, escuta ativa e reciprocidade, ou seja, é possível ativar inúmeras habilidades sociocomportamentais para encontrar as respostas e as melhores alternativas para diversas situações da vida.

O CoRIs pode ser utilizado por diferentes públicos: empresas, recursos humanos, consultorias, lideranças, colaboradores e professores. Também ter um diferencial em atendimentos psicológicos ou terapêuticos, entre famílias, amigos e nas empresas para diferentes finalidades.

“Ao longo da minha carreira, vi empresas recrutarem pela competência técnica, mas demitirem pela ausência de habilidades sociocomportamentais. E por vezes, percebi que colaboradores não tem consciência de suas tendências e padrões de comportamento e principalmente os impactos destes no ambiente, justamente por ausência de autoconhecimento e de diálogo. E a partir desse conhecimento e acompanhamento mais próximo, acredito, que ele poderá, deliberadamente, imprimir as ações necessárias para ser um líder ou colaborador agregador em qualquer aspecto, tanto em resultados tangíveis quanto nas relações interpessoais, comunicação, planejamento, visão estratégica, gestão de conflito, atitude, coragem e inúmeros outros atributos”, afirma Cléia.

Nas empresas, esses comportamentos são de grande valor para se obter grandes resultados tanto por parte da organização quanto dos colaboradores, se relacionar melhor com as pessoas e com os clientes, desenvolver, proporciona a inovação, resolução de problemas e, principalmente, desenvolve um time de profissionais mais engajados e qualificados. Como isso é possível? “Após a análise de perfil comportamental, torna-se possível conhecer verdadeiramente o colaborador, permitindo que o gestor tenha uma conexão com o seu liderado e possa desenvolver seus pontos fortes, oportunidades e fraquezas com o auxílio do jogo e por meio do diálogo empático”, explica Juliana.

Por isso, a empresa desenvolveu uma Metodologia Exclusiva Corporativa que conta com um Programa de Autoconhecimento para identificar os perfis comportamentais das equipes, realizar feedback de forma inovadora, implementar treinamentos ágeis e rodadas de diálogos empáticos, além de briefing de criação com perguntas poderosas. “O CoRIs segue uma metodologia corporativa, que possibilita a todos os colaboradores um espaço onde se torna possível ouvir e ser ouvido, e assim contribuir com ideias, ser participativo e se engajar na resolução de problemas, sentindo-se pertencido e acolhido pela liderança e com papel importante na empresa”, completa Juliana.

Nesse período de pandemia, Cléia ressalta que a liderança tem uma responsabilidade ainda maior. “O líder precisa motivar pessoas, engajar as equipes e desenvolver novas habilidades ‘nesse novo normal’ que vem por aí. Competências como sentir e agir de forma empática estarão muito mais em evidência”.

Essa transformação comportamental, segundo Juliana, se estabelece de forma positiva como uma oportunidade de o líder rever seu papel na empresa e na sociedade, se tornando protagonista enquanto influenciadores de pessoas. “Pensamentos geram sentimentos, levam a comportamentos e ações, e produzem resultados. Por isso, é preciso mudar a forma como pensamos para, ao invés de buscarmos direto as respostas, explorarmos sempre o poder das perguntas. Assim, podemos criar novos caminhos, sinapses e conexões cerebrais, despertando conexões, ressignificado e inovações para encontrar as melhores soluções, e o CoRIs vem para preencher essa lacuna”, finaliza Juliana.


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