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Startup Manacá oferece assessoria para registro de marca por R$ 9,99 mensais


Rio de Janeiro 14/09/2020 12h19

Plataforma 100% digital auxilia empresas a realizar o cadastro de nome e logotipo junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI)

Logo Manacá

Um dos passos mais importantes e muitas vezes negligenciados da formação de uma empresa é o registro de marca no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI). Esse processo pode levar até 12 meses para ser concluído e é condensado em algumas etapas que vão desde um período para que terceiros se manifestem contra seu pedido até uma análise profunda dos aspectos da marca e verificação de cumprimento da Lei De Propriedade Industrial. Lançada em 2018, a Manacá é uma startup brasileira 100% digital que assessora empresas de pequeno e médio portes a navegar toda as questões legais que existem em torno do registro de marca no Brasil por apenas R$ 9,99 por mês.

"Para construir e garantir uma reputação forte no mercado é necessário, antes de tudo, prezar pela segurança jurídica da marca. Criamos a plataforma pensando nos pequenos empreendimentos e os empreendedores de primeira viagem, com uma estrutura enxuta, acessível e totalmente online, tornando possível atender clientes em todo o Brasil. Estamos a um clique de novos empreendedores que não precisam disponibilizar muito tempo e esforços para garantir a segurança de suas marcas. A Manacá cuida de todo o processo fornecendo confiança, agilidade e atendimento personalizado", afirma Felipe Monteiro, CEO da Manacá.

Com um sistema simples e automatizado, a Manacá utiliza um modelo "faça você mesmo" que permite que empreendedores possam realizar uma busca para saber se sua marca já foi previamente registrada, além de iniciar todo o processo de inscrição no INPI, que será acompanhado de perto pelos advogados do escritório.

"Nós fazemos todo o rastreamento e informamos o cliente por e-mail a cada movimentação, garantindo uma maior comodidade e eficiência com todo o suporte técnico que ele precisa. Na Manacá, utilizamos nossa expertise para fazer o pedido de registro da maneira correta e acompanhar cada etapa sem o risco de perda de prazos, o que pode afetar o tempo estimado para a finalização do processo", complementa o executivo.

Registro de marca no Brasil

O mercado de registro de marcas no Brasil é ascendente, com mais de 200 mil novos pedidos feitos no Instituto Nacional de Propriedade Industrial só em 2019. Com a pandemia, muitas empresas precisaram fechar suas portas, mas também surgiu uma nova onda de empreendedores interessados em iniciar um novo negócio. Com a retomada das atividades em junho, a Manacá registrou quase o triplo do número de acessos em relação ao mês de janeiro, reafirmando a importância do processo na criação de uma empresa de sucesso.

No Brasil, adota-se o sistema first to file, que significa que o direito de obtenção do registro da marca é conferido preferencialmente à empresa que entra com o pedido primeiro. Se a marca não for reconhecida pelo INPI, a empresa pode ser notificada por terceiros ordenando a interrupção imediata do uso, caso esses sejam os detentores do registro, e ainda ter que indenizar os mesmos pela utilização indevida.

"Não proteger a marca adequadamente traz inúmeros riscos, que podem ser custosos e, em alguns casos, irreparáveis. Além de potencial indenização, todo investimento aplicado em marketing poderá ser desperdiçado e existirá a necessidade de se reiniciar um processo de branding, por exemplo, perdendo sua principal forma de identificação com os clientes", finaliza Felipe Monteiro.


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