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Transporte rodoviário exige planejamento e experiência para superar gargalos e desafios

Um panorama do setor e, especificamente, para o transporte internacional de cargas, com dicas para quem busca a contratação de prestadores de serviço especializados para essa demanda, analisando quesitos importantes no que diz respeito à burocracia, documentação e experiência em rotas.


Bento Gonçalves 18/02/2020 10h19



Por mais que se mantenha como o meio mais utilizado no Brasil para a circulação de cargas, abrangendo uma fatia de pelo menos 60% do total transportado a cada ano, o modal rodoviário ainda sofre com uma série de gargalos que representam grandes obstáculos para a execução do serviço. Os desafios, em sua maioria, são estruturais, como indicam de forma constante os estudos e análises promovidos pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) - partem, sobretudo, da falta de investimentos dos governos na malha rodoviária que corta o país, seja federal, estadual ou municipal.

O modelo que permite uma importante, e necessária, flexibilidade de rotas e o maior alcance do destinatário final das mercadorias carregadas é o que mais sofra com a carência de políticas públicas expressivas para o setor. Essa divergência se reflete nos números e na realidade diária de quem trabalha no ramo. Por exemplo, somente pouco mais de 12% das rodovias brasileiras, do total de 1,7 milhão de quilômetros, são pavimentadas.
Em sua Pesquisa de Rodovias 2019, a CNT avaliou as condições dos principais trechos de estradas estaduais pavimentadas e 100% da malha federal também pavimentada. O resultado, embora previsível, reforça o alerta de que as melhorias cobradas pela categoria são mais do que urgentes: no estado geral (que contempla pavimento, sinalização e geometria da pista), 24,4% dos trechos analisados foram classificados como ruins (17,5%) ou péssimos (6,9%). Apenas 11,9% foram apontados como ótimos.

Ou seja, não bastasse o baixo índice de rodovias pavimentadas, também é preciso encarar um cenário de manutenção inadequada destes pontos. No mesmo relatório, a CNT destaca que "rodovias de baixa qualidade aumentam o risco de acidentes e demandam altos investimentos imediatos seja para manutenção e restauração, seja, em casos mais críticos, para a reconstrução". A isso, somam-se outros problemas, como os danos causados à frota circulante e os eventuais atrasos nas entregas, muitas vezes ocasionados pela precariedade dos roteiros.

O diferencial da experiência

Entretanto, mesmo em um contexto no qual os transportadores mantenham a reivindicação e a preocupação por demandas históricas, é imprescindível ter em mente que o modal rodoviário ainda se posiciona como o mais viável no Brasil. Nesse sentido, ter o suporte de empresas com experiência e comprometimento com o mercado e seus clientes é um fator que faz toda a diferença.

É a isso que se propõe a Giro Transportes, que acumula mais de 20 anos de atuação em território nacional e em países vizinhos, e tem em sua bagagem o know-how exigido para tocar tarefas desse porte com seriedade e com o planejamento adequado. "Temos plena consciência de que, mesmo que não possamos contar com o melhor cenário em termos de infraestrutura, podemos garantir um serviço de qualidade e efetividade aos nossos parceiros. Operamos com uma frota sempre atualizada e moderna e, neste ano, já passamos a contar com dez novos caminhões, em um aporte de mais de R$ 5 milhões. Junto a isso, investimos constantemente em segurança e monitoramento, tanto para proteger os veículos e as cargas transportadas como para otimizar nossa ação, melhorando os resultados para todas as partes envolvidas", diz a diretora da empresa, Graziela Girolometto.

Confiança x Burocracia

O Transporte Rodoviário Internacional de Cargas (TRIC) é outra operação que exige uma expertise diferenciada, pois é uma atividade para a qual a empresa responsável deve estar devidamente habilitada junto a órgãos nacionais e internacionais, além da necessidade de um ou mais representante em cada país onde a empresa circula. Trata-se de uma operação bem mais complexa e burocrática se comparada ao transporte interno / nacional, exigindo acompanhamento diferenciado desde o carregamento até a entrega da mercadoria.

Também é preciso estar atento e corretamente informado quanto aos seguros obrigatórios e facultativos, como o RCTR-VI (Responsabilidade Civil sobre o Transporte Rodoviário em Viagens Internacionais) - sejam responsabilidade do embarcador ou do transportador, eles permitirão a cobertura em caso de acidentes, danos, furtos ou roubos da carga.
A "papelada" e o acompanhamento constante são algumas das garantias de que a missão está sendo desempenhada por quem entende do assunto e não vai deixar o cliente na mão. A outra garantia é delegar esta incumbência a quem já leva na bagagem a confiança depositada em si pelo excelente desempenho neste ramo. Com mais de duas décadas de tradição em deslocamentos sobretudo para países do Mercosul, a Giro Transportes carrega consigo estes dois diferenciais fundamentais: saber como fazer e fazer bem. Quem optar por ter a Giro como parceira para o transporte rodoviário internacional, certamente vai ser muito bem atendido e orientado para que a viagem transcorra sem qualquer tipo de percalço.



Website: https://www.facebook.com/transportegironacionaleinternacional/



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