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Empresas pretendem apostar em home office mesmo pós-covid-19


União da Vitória (PR) 09/06/2020 20h30

Indústria paranaense Pormade Portas se adaptou rapidamente às mudanças e já consegue enxergar bons resultados com o trabalho remoto

Claudio Zini, diretor-presidente da Pormade Portas - Divulgação

Pesquisas já indicam que o mundo empresarial pós-coronavírus tende a apostar ainda mais no trabalho home office. Corporações de diversos setores tiveram que adaptar seus negócios ao trabalho remoto e, diante de resultados positivos, têm crescido também o número de empresas que cogitam adotar esse modelo quando a crise passar. É o caso da Pormade, indústria de portas com sede em União da Vitória, interior do Paraná. A empresa reviu alguns processos desde o início da pandemia e, com algumas equipes atuando remotamente, já consegue enxergar bons resultados e um futuro que permita mais atividades à distância.

“Nossos times administrativo e comercial têm se empenhado em realizar parte de suas atividades em casa desde a metade do mês de março”, explica Rafael Jaworski, diretor de RH da Pormade. “Estamos dando suporte total aos colaboradores para desenvolvimento de suas funções, o que incluí não só ferramentas e programas específicos, mas também equipamentos e treinamentos”, reforça o diretor.

O trabalho home office que antes era cogitado apenas em situações excepcionais, porém, pouco explorado, agora já começa a dar excelentes resultados. A Pormade já dispunha, por exemplo, de uma plataforma profissional contratada para realização de reuniões online, mas, não haviam utilizado ainda a ferramenta em sua plenitude de funcionalidades. A produtividade remota dos colaboradores também tem sido medida por meio do CRM (gestão comercial). “A crise fez com que tivéssemos que olhar para nossos recursos e prontamente identificarmos o que poderia ser melhorado e adaptado, portanto, é fato que quando tudo isso acabar estaremos prontos para remodelar algumas atividades e, quem sabe, adotar o home office naquelas que assim permitirem”, destaca Jaworski.

A Pormade possui, atualmente, 12 modelos de negócio, dentre esses lojas franqueadas e próprias, os showrooms, que também tiveram que se adaptar durante a crise. Com a maioria das unidades tendo que atuar de portas fechadas e seguindo protocolos de segurança dos estados e municípios onde estão localizadas, as equipes têm aproveitado ainda mais a plataforma de e-commerce da marca para potencializar as vendas.

“Iniciamos o processo de investimento no e-commerce há dois anos, como forma de acompanhar a evolução tecnológica pela qual vivemos e utilizá-la a favor do nosso negócio”, aponta Claudio Zini, diretor-presidente da Pormade. “Logo, em uma situação como essa que estamos vivendo, sem precedentes, o nosso e-commerce acabou se tornando um grande aliado para continuidade e até aumento das vendas”, finaliza Zini.

A Pormade, que nos próximos dois anos, pretende alcançar a marca de 200 franquias-showrooms em operação, é ainda uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil desde 2002 e na América Latina desde 2004, segundo ranking do Great Place To Work (GPTW).


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