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Modelo de plataforma do Sienge vira caso de estudo nos melhores MBAs do mundo


São Paulo/SP 29/06/2020 13h49

Empresa brasileira está sendo estudada por executivos das Universidades de Berkeley, da Califórnia, e de Zurique, na Suíça

Imagem ilustrativa. - Divulgação.

O Sienge, solução líder no País em gestão na área de construção civil, é pioneiro na plataformização para o mercado B2B na indústria da construção brasileira. Há dois anos, a empresa catarinense reformulou a maneira de atuar, posicionando-se como uma plataforma que oferece soluções completas para cada jornada de negócio dos clientes. Usando o ERP como espinha dorsal e integrando soluções desenvolvidas por terceiros, oferece curadoria tecnológica, segurança e estabilidade dos dados.

Agora, devido ao sucesso obtido, seu modelo de plataforma e respectivo processo de desenvolvimento serão objetos de estudo por parte de duas das melhores escolas de pós-graduação em negócios do mundo: o IBD (International Business Development) Program, da Haas School of Business, da Universidade de Berkeley, nos EUA, e a IMD MBA, da Suiça.

O MBA da universidade de Zurique foi eleito em 2019 como o melhor da Europa pelo ranking Bloomberg Businessweek Global. A escola californiana, por sua vez, teve seu programa listado como o sétimo melhor MBA do mundo pela The Economist, também no ano passado.

Para Guilherme Quandt, Head de Gestão Estratégica e de Mercado do Sienge, ter o planejamento da empresa submetido a executivos proeminentes, como os alunos desses MBAs, é uma fonte de insights valiosos. "Certamente contribuirão com o refinamento do planejamento estratégico do Sienge. Afinal, eles trazem consigo toda sua experiência obtida ao longo de suas carreiras dentro de grandes empresas. Além disso, faremos benchmarking em empresas mundiais que estejam passando ou que já tenham passado por processo semelhante de transformação em plataforma", afirma.

O IBD (International Business Development) Program

O IBD Program, da Haas School of Business, da Universidade de Berkeley, é frequentado por executivos das maiores empresas do mundo, como Microsoft, IBM, LinkedIn, Big Four, entre outras, que estão se preparando para assumir cargos C-Level. Uma das etapas para a conclusão do curso é realizar um projeto de imersão internacional, chamada In-Country, que promove a interação dos estudantes com seus "clientes" de forma remota ao longo da primeira parte do curso. Após o término do semestre, os estudantes viajam até a empresa foco do estudo, onde passam três semanas.

Durante o processo, o Sienge concorreu com outras 60 empresas de todo o mundo. Desde 1992, apenas outras cinco empresas brasileiras participaram do MBA de Berkeley, como Nubank, Embraer e Resultados Digitais. O trabalho se desenvolveu em três etapas: envio de dados e qualificação, entrevistas conduzidas pelos stakeholders envolvidos no negócio e apresentação de um Business Plan com cenários econômicos estimados e recomendações para direcionamento da estratégia. As apresentações finais, que, originalmente, seriam presenciais, foram realizadas a distância, devido à Covid-19.

"O interesse de Berkeley no Sienge se deve às características do processo de criação da plataforma tecnológica, vanguardista e inédito no Brasil, fato que interessa a outras companhias ao redor do planeta. Já para o Sienge, contar com a visão de profissionais altamente qualificados sobre seu modelo de negócios, é uma oportunidade única para benchmarking e para receber a visão de profissionais que estão se capacitando para assumir cargos de liderança nas maiores e mais proeminentes empresas do mundo", informa Quandt.

IMD MBA

Em 2017, o Sienge, alinhado às melhores práticas internacionais em gestão de empresas de tecnologia, empenhou esforços para aumentar ainda mais a produtividade de seus processos dentro das premissas da cultura ágil. Para isso, contou também com a consultoria da Avalia, representada por seu co-founder, Rodney Reis.

O processo de transformação digital e agilidade obtidos nas práticas de gestão do Sienge foram extremamente bem sucedidos. Tanto que Reis, que também é professor do IMD MBA, propôs levar o case Sienge para ser estudado na universidade suíça. Aprovado, o case foi apresentado em uma aula teste em Zurique. A próxima etapa será a apresentação do projeto novamente na Suíça, em junho, e em Dubai, em novembro.

"Nosso case chama a atenção dos MBAs devido ao momento do nosso negócio que mostra que já ultrapassamos com sucesso obstáculos com os quais outras empresas ao redor do mundo ainda estão lidando. Ou seja, além de servirmos de exemplo, o próprio interesse de universidades tão conceituadas serve como endosso de que estamos na vanguarda de um movimento pioneiro e estratégico", finaliza Quandt.

Com presença nacional, o Sienge tem entre os seus principais clientes as construtoras Vitacon, Cury Construtora, Pacaembu Constutora, Lock Engenharia, Dimas Construções, FG Empreendimentos, Prestes Construtora e Incorporadora, entre outros. Para saber mais, acesse https://www.sienge.com.br.


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