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Mulheres dominam o mundo do micro investimento


São Paulo 17/03/2020 10h17

Cada vez mais mulheres apostam no modelo de micro investimento para conquistar a independência financeira

No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, a Grão, primeira fintech a possibilitar o micro investimento no Brasil e fundada por uma mulher, tem orgulho de dizer: mais da metade de seus usuários são mulheres! No mercado de investimentos como um todo, a participação feminina cresceu em relação a dos homens nos últimos anos. Significa que a mulher está se empoderando também financeiramente e usando a seu favor o papel central que tem nas tomadas de decisão de compras da família, sobretudo as de baixa renda, para poupar e se planejar financeiramente a fim de conquistar objetivos e a independência financeira.

Neste cenário, ao permitir a realização de pequenos investimentos, a Grão democratiza o acesso aos investimentos e representa uma oportunidade para essas mulheres. “A nossa dica é que a usuária do nosso app estabeleça uma quantia mensal ou semanal, por exemplo, para investir sempre. Mas ela pode se adaptar como quiser, usar o dinheiro que sobrou entre uma conta e outra e investir pequenas quantias”, sugere Monica Saccarelli, CEO-Founder da Grão.

No app, o dinheiro investido pelo usuário é aplicado em Letras Financeiras do Tesouro (LFT) - o título Tesouro Selic, que acompanha o retorno da taxa básica de juros e tem liquidez diária. Quando ela precisar resgatar o valor poupado, receberá seu dinheiro com o acréscimo de um rendimento proporcional ao período em que o valor ficou guardado. “Para mim, como mulher, é gratificante possibilitar o micro investimento através da Grão e, com isso, ajudar a aumentar o número de mulheres que conseguem se planejar financeiramente”, diz Monica.

A diferença dos salários praticados pelo mercado dificulta um crescimento ainda maior desses números, como mostram os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): a renda da mulher representou 70% da renda dos homens em 2017. Ainda há muito a ser feito! “Além de estar em busca de independência e mais espaço no mercado de trabalho, as decisões financeiras das mulheres tendem a ser mais positivas para o bem-estar da família. Por isso mesmo, não só no Brasil, como no mundo, diferentes programas de investimento e crédito foram e estão sendo criados exclusivamente para mulheres”, destaca Lauro Gonzalez, coordenador do centro de estudos em microfinanças e inclusão financeira da Fundação Getúlio Vargas (FGV), ao explicar essa popularidade.


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