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Três perguntas para Dérica Serra


SÃO PAULO 25/05/2021 15h32

O que uma médica está fazendo no setor do tabaco?

A Head de Assuntos Médicos da Philip Morris Brasil, Dérica Serra - Divulgação Philip Morris Brasil

A Head de Assuntos Médicos da Philip Morris Brasil, Dérica Serra, fala sobre seu papel em uma empresa do setor do tabaco. Ela tem a responsabilidade de prover todo o suporte científico para a transformação do negócio da companhia, em busca do Futuro sem Fumaça

1. Você se vê em conflito por ser médica e trabalhar na indústria tabagista?

Não, em momento algum. Antes de aceitar a proposta e vir trabalhar na Philip Morris, eu me informei muito a respeito do assunto. Por fim, eu aceitei justamente por estar alinhada com o meu propósito de fazer o bem para o outro e levar informação de qualidade e relevância, para os profissionais da saúde e que pudesse ajudar na melhor decisão do paciente.

Na prática clínica, conseguia ajudar, no máximo, 30 pessoas por dia. Quando fui para

a indústria farmacêutica, com a aprovação de um novo medicamento, por exemplo, foi

possível ajudar muito mais pessoas.

Agora, trabalhando com produtos capazes de reduzir danos e que podem impactar

diretamente na redução dos fatores de risco de uma série de doenças, vejo a possibilidade de poder impactar positivamente ainda mais vidas e isso está alinhado

com meu propósito. Minimizar os efeitos do cigarro na vida dos fumantes que não vão

deixar de fumar e das pessoas que convivem com estes é uma meta, assim como

receber informações científicas de qualidade é um direito.

2. Qual é o seu papel dentro da PMB?

Meu papel na Philip Morris Brasil foi idealizado pensando na transformação que a

empresa está passando em direção a um Futuro sem Fumaça.

Meu objetivo principal é apresentar e reforçar a ciência por trás dos produtos, fazendo

uma ponte entre os estudos clínicos e a comunidade médica/científica. Também vou

falar com os usuários de tabaco, que hoje não sabem diferenciar os cigarros eletrônicos de um tabaco aquecido, alternativas que podem reduzir os danos do tabagismo.

Meu papel é trazer um olhar da ciência, pela perspectiva de uma médica, de forma

diferente e embasada, quando forem abordadas novas tecnologias de redução de

danos no tabagismo.

3. E você pode explicar o que são produtos de risco reduzido?

Hoje, temos cerca de 22 milhões de adultos fumantes no Brasil e é amplamente divulgado

que o tabagismo é o principal causador de uma série de doenças. O ideal é que as pessoas parem de fumar. Porém, existe uma parcela que não vai parar porque não querer. Essas pessoas merecem ser respeitadas e ao invés de serem ignoradas, devem receber atenção e conhecer opções que sejam menos danosas para sua saúde no decorrer da vida.

Ao acender um cigarro, a queima do tabaco ocorre em temperaturas acima de 400°C,

atingindo até 900°C, criando cinzas, calor, luz (energia) e gerando fumaça, que contém

altos níveis de compostos químicos nocivos.

Produtos de tabaco aquecido não provocam combustão e, portanto, não há liberação

de fumaça tóxica. Essas alternativas emitem níveis mais baixos de compostos químicos

nocivos e a composição do aerossol se baseia em gotículas líquidas formadas pela

condensação. Isso diminui o risco durante o consumo e beneficia o consumidor e o

ambiente em sua volta, protegendo também os fumantes passivos.

Quer saber mais sobre redução de danos no tabagismo? A Head de Assuntos Médicos da Philip Morris Brasil, Dérica Serra, está à disposição para esclarecer dúvidas.

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