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Atletas corporativos: consultora organizacional de liderança e cultura dá dicas de como equipes podem alcançar alta performance


São Paulo 01/07/2021 09h43

“Quando o membro mais respeitado do time investe tempo e energia para mudar seus comportamentos em prol do coletivo, a mágica acontece”

Caroline Marcon - Caroline Marcon - Divulgação

As empresas têm muito para aprender com a dinâmica esportiva e as equipes podem evoluir por meio de uma liderança engajada e envolvida no sucesso dos colaboradores. A consultora organizacional de liderança e cultura Caroline Marcon explica o conceito de atletas corporativos, pessoas que assumem o compromisso com a alta performance e que ajudam as outras a crescer em prol de bons resultados no conjunto.

“Nos últimos anos, jogadores excepcionais vêm despontando no esporte com espírito para ajudar o time inteiro a se desenvolver e atingir o seu potencial. Essa mudança de paradigmas é visível também nas organizações. Desenvolver times executivos de alta performance depende da compreensão que todos têm ao subir os degraus juntos, rumo à vitória”, ressaltou Caroline.

Atletas corporativos são integrantes de times executivos de alta performance, focados de maneira estratégica nos movimentos de todo o cenário que abrange seus negócios. Visão sistêmica, trabalho em equipe, organização dos processos e adaptabilidade são os pontos altos desses profissionais. E esse modus operandi é o mesmo dos times esportivos de alta performance.

Estratégia é tudo

“As duas realidades, do esporte e das organizações, encontram paralelos muito próximos para se espelhar. Por que os parâmetros do sucesso no esporte podem ser também os parâmetros nas empresas? Essa é fácil: um time bem afinado é essencial para chegar ao pódio e, nas organizações, é necessário que todos estejam também na mesma sintonia em prol do objetivo do negócio”, pontua a consultora.

Cada setor de uma empresa joga na sua posição e todos se interconectam para alcançarem os melhores resultados. A bola — ou a oportunidade de negócio – segue por todos os espaços da quadra até chegar na cesta - ou no negócio a ser fechado. Para isso, todos precisam jogar juntos.

“O mundo do esporte tem muito a ensinar para os atletas corporativos. Desde a importância da agilidade na linha de passe, da percepção de mudanças abruptas na posição dos players até quem deve ser marcado para perceber as jogadas do outro time. A estratégia é tudo, no esporte e nas empresas”, afirma Caroline.

Michael Jordan

Tanto o atleta corporativo quanto aquele que está nos campos e nas quadras são pessoas competitivas, voltadas para alta performance, que gostam de vencer. Assistir a um jogo de basquete, por exemplo, é uma aula para aprender com quem fez isso muito bem.

Michael Jordan – a maior estrela do basquete de todos os tempos – é um case de quem transformou a si mesmo para que o Chicago Bulls alcançasse a máxima performance. Michael aprendeu que compartilhar o brilho é essencial para todo o time chegar ao objetivo. A história pode ser encontrada em série sobre o atleta na Netflix.

A mudança mais significativa para a transformação do Chicago Bulls não foi decidida na quadra de basquete, e sim na sala do board. O gerente-geral do time, Jerry Krause, defendia que times são maiores do que indivíduos e, por isso, decidiu que era preciso mudar, mesmo que para isso fosse necessário trocar de coach. Essa é uma das lições que coaches esportivos nos ensinam sobre times executivos de alta performance: às vezes é preciso mudar a estratégia para vencer o campeonato.

Liderar é sobre iluminar

Caroline explica que com a mudança no Chicago Bulss, Michael Jordan teve dificuldades para assimilar sua nova posição no time e compreender que liderar é sobre dividir os riscos e aproveitar as oportunidades em equipe. “Liderar, no final das contas, é sobre trazer a luz para os outros, deixar que cada pessoa do time tenha seu próprio brilho”, pontuou.

“A construção de times de alta performance requer sincronização. Quando o board e o CEO de uma organização se comprometem como uma filosofia baseada em times e não em estrelas individuais isso cria riscos e oportunidades. Mas quando o membro mais respeitado do time investe tempo e energia para mudar seus comportamentos em prol do coletivo, a mágica acontece”, finalizou.

Sobre Caroline Marcon

Caroline Marcon possui sólida experiência em desenvolvimento de liderança, com foco nas principais equipes, avaliação executiva, diagnóstico de cultura e engajamento, gerenciamento de desempenho e design organizacional. É Consultora Organizacional de Liderança e Cultura. Graduada em Direito e Administração de Empresas, também é Mestra em Comportamento Organizacional. Ela é Coach Executiva credenciada pela Columbia University em Nova York e instrutora de Mindfulness certificada pelo Chopra Center na Califórnia. Também é professora de Liderança / Comportamento Organizacional nos programas de MBA da FGV.

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