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No pico histórico de circulação de dinheiro, Grupo Protege se reinventa ao manter atividades na pandemia


São Paulo-SP 14/10/2020 17h55

Empresa adotou rígidas medidas preventivas e assegurou a prestação de serviços de segurança privada e de logística de valores

Divulgação/ Grupo Protege - Atuação do Grupo Protege durante a pandemia

O novo coronavírus (Covid-19) trouxe uma nova dinâmica para a vida das pessoas. Relações pessoais, trabalho, lazer, viagens: tudo mudou no mês de março e todos tiveram que se adaptar ao cenário de isolamento social com a suspensão de diversas atividades e serviços. Outro fator, identificado em vários países, foi o aumento da circulação de papel moeda. No Brasil, dois movimentos foram determinantes: pagamentos de auxílio emergencial pelo governo federal e a procura da população em ter dinheiro em espécie.

Para fazer frente às demandas da população e do Banco Central, que ampliou a quantidade de papel-moeda em circulação para o maior patamar da história do real e até lançou uma nova nota de R$ 200,00, o Grupo Protege não parou um dia sequer. A empresa assegurou a manutenção dos serviços de segurança privada e de logística de valores para seus clientes e para a sociedade ao longo da pandemia. A rápida adaptação contou com rígidas medidas preventivas, atendendo as recomendações das autoridades sanitárias para proteger a saúde de seus colaboradores e parceiros, e com a aceleração da transformação digital de todos os processos.

Distribuição de máscaras, higienização diária no interior/exterior dos carros fortes, dos coletes balísticos e armamento, ampliação da disponibilização de álcool em gel, aferimento da temperatura corporal e implantação de um canal de comunicação 24h de abrangência nacional com o médico da empresa foram algumas das ações realizadas.

“O aumento da circulação de papel moeda no Brasil e a demanda aquecida de supermercados e varejistas nos obrigou a estruturar uma força-tarefa para atender a população e os clientes, tendo de nos adaptar, ainda em março, a rígidos protocolos sanitários para assegurar a saúde de nossos colaboradores, clientes e fornecedores”, diz Marcelo Florio, diretor Comercial do Grupo Protege. No primeiro semestre deste ano, o BC disponibilizou mais R$ 52 bilhões em cédulas, elevando o dinheiro em circulação no País à marca recorde de R$ 311,5 bilhões.

Outro segmento que registrou alta demanda foi o de transporte de cargas rodoviárias interestaduais. O serviço de Carga Segura, realizado com caminhões blindados, registrou crescimento de 30% nos primeiros meses de pandemia em comparação ao mesmo período do ano anterior. Criado para o transporte de bens de alto valor agregado, como eletrônicos e insumos farmacêuticos, entre outros, o serviço complementou o modal aéreo, fortemente impactado pela restrição na malha área viária.

Além de receber cargas desembarcadas nos aeroportos de Galeão e Viracopos para distribuição no território nacional, o Carga Segura passou a ser demandado para o abastecimento entre Centros de Distribuição, fábricas, retirada dos estoques e mercadorias em shoppings centers e grandes centros comerciais (que foram fechados logo no início da pandemia e ficaram vulneráveis à ação de criminosos) e até realizar a custódia de produtos de alto valore agregado nas bases da Protege.

A área de tecnologia do grupo também foi fundamental para a adaptação ao trabalho remoto, configurando e disponibilizando cerca de 600 notebooks em apenas quatro dias para que os funcionários das áreas administrativas iniciassem o home office. Além disso, a empresa implementou as reuniões online e adotou a metodologia ágil, conceito que permite que as equipes obtenham respostas rápidas a cada etapa do projeto, aperfeiçoando as análises de como o trabalho poderá ser conduzido durante ciclos curtos de desenvolvimento.

“A pandemia acelerou nossa transformação digital e introduzimos um sistema que veio para ficar”, afirma Jorge Tavares de Almeida, diretor de Recursos Humanos. A comunicação ganhou ainda mais importância neste período: foram 50 comunicados internos distribuídos, ações motivacionais com colaboradores, newsletters semanais e dicas para a rotina do trabalho remoto. Uma pesquisa de satisfação interna mostrou que o home office foi muito bem aceito pelos profissionais e a empresa introduziu um manual de boas práticas para esse formato de trabalho.

O Grupo Protege também participa de ações sociais que visam minimizar o impacto da pandemia na sociedade. Em uma das frentes, a empresa participa do projeto Covid-Radar, um coletivo de mais de 40 organizações coordenando esforços para enfrentar os desafios da Covid-19 no Brasil, evitar o colapso do sistema de saúde e auxiliar na retomada da economia. Essa iniciativa já proporcionou o transporte de mais de 7 toneladas de hidratantes e 12 mil unidades de álcool líquido 70% para os profissionais de saúde que estão na linha de frente no combate à Covid-19 e de 5 mil máscaras de proteção a dois projetos da cidade de São Paulo. Além disso, no início da pandemia a Protege também doou mais de mil máscaras de proteção para o "Programa Escola das Artes" da Prefeitura de Jaguariúna.

Agora, na retomada gradual das atividades na matriz, a Protege reforçou os cuidados e protocolos para combater o vírus e manter a segurança dos profissionais. Cabine de desinfecção, entrega de máscaras, câmera termográfica, disponibilização de álcool gel, adesivação dos elevadores e distanciamento físico nos locais de trabalho são algumas estratégias de saúde adotadas para quem está indo ao escritório. A empresa manteve as pessoas do grupo de risco em home office e acompanha as orientações do Ministério da Saúde. Os demais colaboradores atuam em revezamento, no formato 50% home office e 50% presencial, com horário de entrada e de almoço flexíveis.


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